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Arquivo da categoria ‘Internacionalização’

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Alberto Costa
Senior Assessment Manager de Cambridge Assessment English, departamento da Universidade de Cambridge especializado em certificação internacional de língua inglesa e preparo de professores
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No artigo anterior nós olhamos para maneiras de mensurar a evolução do currículo em um sistema internacionalizado de ensino, chegando a conclusão que os testes multiníveis de línguas são de grande valia como ferramenta para auxiliar na avaliação do nível de conhecimento dos alunos na língua estrangeira adotada, em geral o inglês, durante a graduação. E também que a implementação de um exame de proficiência na saída do ano, comprovando o domínio conquistado ao longo do programa educacional seria uma boa saída.

Um cenário ideal seria um processo seletivo de admissão que já contasse com esse critério – domínio de inglês – para aprovação, assim como é comum na maior parte das IES internacionais. Esse modelo beneficiaria os dois lados: instituições, que teriam conhecimento pleno das habilidades da sua população de alunos; e os estudantes, que ficariam mais seguros de sua base para acompanhar os conteúdos e atividades.

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Celso Niskier
Diretor presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES)
Reitor do Centro Universitário UniCarioca
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O mundo vive hoje uma nova revolução: a revolução das Edtechs.

As Edtechs são as startups voltadas para a transformação digital da educação, tanto no nível básico quanto no nível superior. Uma das motivações para essa revolução é a necessidade de personalizar o ensino e a aprendizagem, de diminuir a carga burocrática de trabalho do professor e de desenvolver novos currículos, baseados nas habilidades sócio emocionais e nas competências pessoais e profissionais para um mundo em constante evolução. Tudo isso sendo impulsionado pelas novas tecnologias, incluindo a Inteligência Artificial.

Recentemente, participei da criação do Pool Edtech, fundo de investimento em empresas nascentes na área de tecnologia para educação, coordenado pela Bossa Nova Investimentos, do craque João Kepler. O que se pretende é dar oportunidade para esses jovens empreendedores de desenvolver seus conceitos e ideias, transformando-as em novos produtos e acessando mais amplamente o mercado educacional.

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Alberto Costa
Senior Assessment Manager de Cambridge Assessment English, departamento da Universidade de Cambridge especializado em certificação internacional de língua inglesa e preparo de professores
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Até agora passamos por todo um ciclo de temas nesse espaço a respeito da internacionalização do Ensino Superior desde a sua contextualização até chegarmos aos primeiros passos para implementação. Passamos por exemplos da prática dentro e fora do país; falamos a respeito de meios de instrução do idioma; olhamos rapidamente para a construção da política de idiomas e também a necessidade de entrosamento entre alunos, professores e diretores. Agora é chegada a hora de entender como se dá a manutenção de um currículo internacional.

Antes de iniciarmos, é necessário entender primeiro que a graduação, seja ela comum ou internacional, é composta de forma bastante geral por três etapas. A primeira é a de ingresso ao curso, composta pelo primeiro semestre de aprendizado, em que o aluno descobre a respeito da área que deseja seguir e entende se é realmente aquilo que quer fazer. A segunda, o período entre o ingresso e o final da formação. E, por fim, mas não menos importante, a saída do aluno da instituição, formado e com um nível de conhecimento estabelecido tanto no segmento escolhido, quanto no idioma (quando é o caso dos currículos internacionais).

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