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Arquivo da categoria ‘Internacionalização’

Celso Niskier
Diretor presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES)
Reitor do Centro Universitário UniCarioca
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Especialistas e internautas do Brasil e de todo o mundo ainda não chegaram a um consenso se o ano de 2020 é o começo ou o fim de uma nova década. Fato é que o ano já começou e com ele renovamos nossas expectativas por um ciclo mais promissor para o país, sobretudo para o setor particular de educação superior, que vislumbra uma série de desafios e demandas pela frente.

Um dos principais pontos de atenção, e também o mais iminente, diz respeito ao aprimoramento da regulação do mercado de educação superior brasileiro. O tema tem crescido e ganhado cada vez mais espaço na agenda do governo, inclusive com perspectiva de implementação de modelos de autorregulação, a exemplo do que ocorre em outros países, onde o próprio setor de educação, juntamente com os órgãos governamentais competentes, é responsável pela supervisão e fiscalização do setor.

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Alberto Costa
Senior Assessment Manager de Cambridge Assessment English, departamento da Universidade de Cambridge especializado em certificação internacional de língua inglesa e preparo de professores
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Como explicado no artigo anterior, a internacionalização do Ensino Superior é basicamente composta por camadas, como um conjunto de ações diversas que se completam. Já abordamos também aqui questões como a definição do processo e o primeiro passo para adotá-la, EMI[1] (um dos meios pelo qual a comunicação e a troca internacional acontecem) e cases nacionais e internacionais que podem ser estudados como inspiração para instituições que desejam seguir esse caminho.  Cada um desses temas pode ser entendido como aprofundamentos necessários a uma ou mais etapas dessa pirâmide que move a implementação e a sustentação do processo de internacionalizar o programa de educação.

Basicamente as políticas de idioma existem para orientar as universidades durante o caminho de implantação do processo de internacionalização, mas sua atuação não para por aí. Ela também é importante nas fases seguintes. É justamente a partir disso que são estabelecidas metas para o ensino e definidas quais atividades serão necessárias para alcançá-las. Sua função é servir como uma base que definirá parâmetros – um conjunto de métricas para que a IES consiga medir o progresso em direção aos seus objetivos.

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Celso Niskier
Diretor presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES)
Reitor do Centro Universitário UniCarioca
Publicado no Estadão, em 27 de novembro de 2019
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A China não é só uma potência econômica, é também um país com um modelo educacional que pode contribuir muito para o desenvolvimento da nossa educação superior. O momento é oportuno, visto que o ensino superior particular brasileiro tem crescido e despertado a necessidade de ampliar a internacionalização e as parcerias com as principais instituições de educação do mundo, trocando experiências e conhecendo as melhores práticas nas áreas organizacionais, educativas e gerenciais.

Recentemente, realizamos a 3ª Delegação ABMES Internacional – China Experience, onde estivemos acompanhados por educadores de 16 instituições privadas, que juntas representam mais de 400 mil estudantes brasileiros. Na ocasião, firmamos acordos importantes e parcerias estratégicas, que criam oportunidades de promover intercâmbio cultural e acadêmico entre instituições brasileiras e chinesas.

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