Arquivo da categoria ‘Legislação e normas’

Rainer Marinho da Costa 
Consultor Educacional Ower RR consultoria  Educacional Legal vinculado a Faculdade Modelo Curitiba e a  Faculdade São Braz Curitiba
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“Ou as saúvas acabam com o Brasil ou o Brasil acaba com as saúvas”
Triste fim de Policarpo Quaresma – Lima Barreto

Início este texto com esta parábola para ilustrar um pouco a ânsia regulatória do poder público brasileiro – as saúvas, que tenta de toda forma matar a inovação e a criatividade.

Lemos em prestigiosos artigos científicos que estamos a formar em nossas carteiras universitárias alunos para profissões, que dentro de poucos anos nem mais existirão, sem comentar que os formamos de modo equivocado, numa visão compartimentada, numa faculdade do século XX. De um lado, o professor ensinante e, de outro, o aluno ensinado. Sabemos que fazemos errado e continuamos persistindo no erro.

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Gabriel Mario Rodrigues2Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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“Se o seu candidato não sabe como mudar a educação, mude de candidato”. JBAO [1]

A educação brasileira, conforme a Constituição, é subordinada ao Ministério da Educação (MEC), que a controla por um vasto sistema normativo, aí incluídos regulamentos e fiscalização. Em última análise, tudo é baseado no pode ou não pode, com foco na preparação de profissionais para o mercado de trabalho – não   muito diferente, diga-se de passagem, dos anos 50 ou 40, 30 ou 20 anos atrás. Sobre os últimos 10 anos, então, nem se diga o que aconteceu. Tais realidades nos autorizam a dizer que as normas educacionais brasileiras, criadas para nortear a formação dos cursos, apesar dos esforços, está com uma visão ultrapassada, própria da nossa cultura cartorial e corporativa.

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Roberto Leal Lobo e Silva Filho
Estadão, publicado em 29 de julho de 2018
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A procura pela formação superior, geradora da oferta de novas vagas, principalmente no setor privado, tem se mostrado extremamente volátil nos cursos de Engenharia, tanto quanto a demanda nacional por engenheiros.

Uma pequena variação do PIB Industrial é capaz de ser replicada e multiplicada na demanda por engenheiros. Esse fato foi demonstrado muito claramente em pesquisa realizada há alguns anos pela Confederação Nacional da Indústria – CNI. Não é difícil entender o fenômeno. O investimento empresarial depende das perspectivas econômicas no futuro próximo e alguns estudos revelam que para cada milhão de dólares investidos há necessidade de mais um engenheiro no mercado.

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