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Arquivo da categoria ‘Cultura e literatura’

Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Oscar Niemeyer trabalhou até dias antes de sua morte, em 5 de dezembro de 2012, aos 104 anos de idade. Um de seus últimos projetos, a Catedral Cristo Rei, em Belo Horizonte, ora em construção, localiza-se a quatro quilômetros do complexo administrativo do Estado, também projetado por Niemeyer.

Miguel de Cervantes tinha ultrapassado os 60 anos quando escreveu a segunda parte de Dom Quixote de la Mancha. Em 12 de outubro de 1936, Miguel de Unamuno era reitor da Universidade de Salamanca, Espanha. Acabara de ouvir o discurso do general José Millán-Astray, fundador da Legião Espanhola. Retrucou e, lá pelas tantas, enfático, Unamuno disse, do alto de seus 72 anos: O gen. Millán-Astray é um inválido de guerra. Cervantes também o era. Causa-me dó pensar que ele esteja ditando normas de psicologia de massas. Um mutilado, destituído da grandeza espiritual de um Cervantes, tendente a procurar alívio causando mutilações em torno de si.

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Inúmeros são os tipos de linguagem: linguagem infantil, linguagem popular, gíria, jargão, linguagem erudita, linguagem escorreita, linguagem jurídica, cada uma com seu vocabulário específico, inerente a uma ciência, arte, profissão, etc. Até o mundo do crime obedece a um linguajar próprio. Uma linguagem pode ser obscena, pobre ou rica em conteúdo e forma. Há uma linguagem musical como há uma linguagem do olhar. Linguagem que se define pelos sentidos externos: auditiva, visual, tátil, olfativa, gustativa. Linguagem cognitiva, linguagem afetiva, articulada, artificial, afetada; assembly language, cognitiva, técnica; linguagem escrita, oral, gramatical, corporal, de máquina, linguagem de programação, denotativa e conotativa, figurada; de alto nível, de baixo nível, calão; lúdica, poética; referencial, simbólica; estruturada; mímica; linguagem corporal, linguagem da marcha militar, linguagem da dança; marionetes; tropel cadenciado de cavalos de raça ou estrepitoso, de cavalos selvagens, linguagem comum aos hinos nacionais. Farfalhar de folhas. Murmúrio das ondas do mar, do vento que cicia. Comadres que rumorejam coisas sem importância.

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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D’A Chave de Sarah

Crianças de férias. Crianças indo a piquenique, brincando de esconde-esconde. Crianças felizes, mesmo que houvesse uma guerra e menos comida para comer do que o habitual, e mesmo que seus pais houvessem ido embora para lutar. Crianças felizes, amadas, tratadas com carinho. Sarah, judia, não podia imaginar tanta diferença entre ela, prisioneira da polícia francesa, ela e seus pais, por ordem dos nazistas, e aquelas crianças. Horrores do holocausto.

Da Rosa de Hiroshima

Pensem nas crianças, mudas, telepáticas, pensem nas meninas, cegas, inexatas, Mas oh! Não se esqueçam da rosa, da rosa, da rosa de Hiroshima.

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