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Arquivo da categoria ‘Cultura e literatura’

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
***

“Nonada” é a palavra com a qual Riobaldo inicia sua saga, em Grande Sertão : Veredas. Do latim “non nata”, redução de “res non nata”, coisa não nascida, ninharia. palavra que, aliás, não provém de ninho, mas do espanhol, niñeria, infantilidade. Lá pelas tantas, no romance:

“— Pois é, Chefe. E eu sou nada, não sou nada, não sou nada… Não sou mesmo nada, nadinha de nada, de nada… Sou a coisinha nenhuma, o senhor sabe? Sou o nada coisinha nenhuma mesma nenhuma de nada, o menorzinho de todos. O senhor sabe? De nada. De nada… De nada…”

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Reescrevo o que li algures. Em 1993, Dr. Edward, médico radicado em Pará de Minas, a 80km de BH, completava 79 anos. Seu filho, Dr. Alfredo, já médico também, em Massachusetts, nos Estados Unidos, lhe envia uma carta. Nessa carta, o filho comenta um almoço rotineiro, num dia de semana. Dr. Edward havia acabado de chegar do hospital para almoçar. Um paciente seu esperava-o no alpendre da casa. O telefone a tocar, chamando-o de volta ao hospital. Sua esposa lhe traz o receituário para ele usar, atendendo ao doente que ali o aguardava, num clima de cidade do interior.

Em seguida, o almoço. Dr. Edward se levanta e, calmamente, apanha na prateleira um vidro de tempero. Borrifa-o sobre o bife e, com um sorriso, exclama: “Ai da vida se não fossem os temperos!” Aí o filho, alheio a essa história de temperos, pergunta: “Papai, qual a maior qualidade de um médico?” Dr. Edward faz uma pausa, olha para o crucifixo na parede e responde: “O amor à humanidade, eu penso”. O filho conclui a carta com um pensamento de Confúcio, que o pai costumava repetir: “Bem faz quem faz bem o que faz”.

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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A canção, com esse título, foi composta por Franco Migliacci e Sante Maria Romitelli, e interpretada por Gianni Morandi. Além da música e da interpretação primorosas, é marcante o recado, tocante a mensagem. Pois, meu amigo, minha amiga, que estás olhando ao teu redor, não acredites em teus olhos, não, não creias no teu olhar. Não acredites nas falsas aparências, como, além da ilusão de óptica, na ilusão auditiva, no olfato, gosto e tato que também podem nos enganar. E, enganando-nos, fazer com que a nossa mente tome uma coisa por outra, que interprete erroneamente um fato ou uma sensação.

Choras e eu sei por quê, o que sentes agora eu também estou sentindo. Vontade de chorar ante tanta incerteza: atentados, violência generalizada, guerras, guerrilhas, incêndios criminosos ou por desleixo e abandono, corrupção institucionalizada, fome de poder e mando, radicalizações. Um misto de angústia, pensamento positivo e fé. O mundo te dá medo, mas não te deixes abalar. Coragem. Eu, eu choro contigo e como tu.

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