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Arquivo da categoria ‘Cultura e literatura’

Antônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Dei aula durante muitos anos. Hoje, não mais. E sabem qual a minha percepção? Independentemente de meu perfil de professor, sinto-me matriculado na escola da terceira idade, revendo conceitos e refazendo deveres de casa. Revendo conteúdo, ou técnica; linguagem ou estética; postura ou ética.

Quanto ao conteúdo, o universo do conhecimento ampliou-se de forma imprevisível, irreversivelmente desafiante. Ninguém mais detém saber enciclopédico. Seguindo o mote “de tudo o que se possa saber”, Pico della Mirandola achava que tinha condições de discutir todos os ramos do conhecimento, fosse com que fosse. Mas isso no século XV. Hoje em dia…

A linguagem também mudou. Evoluiu. Senhas criptografadas escondem e, ao mesmo tempo, desvendam segredos deste atual admirável mundo novo.

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Édson Franco
Advogado, jornalista e professor universitário – Diretor da Faculdade de Estudos Avançado do Pará
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Todos nós, por algum momento das nossas vidas, fomos alunos. Alguns estudaram em alguma escola pública ou particular. Outros, embora tenham estudado inicialmente não o fizeram em uma escola, com endereço, mas, na casa de uma professora.

Na minha infância, de filho único e um pouco doente,  não fui logo à escola. Estudei na casa quase vizinha à de uma professora – a velha professora Matilde – que, com muita experiência, me alfabetizou e me fez ler os primeiros livros.

 Agora leio, um dia depois do falecimento de Steve Jobs, por todos reverenciado, o que dele escreveu o engenheiro de software, em Xangai, o senhor Jie Bing: “Foi o melhor professor que tive nesta vida”.

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 Sergio Abreu
Violonista e o mais famoso luthier brasileiro da atualidade
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Não tenho como resumir em poucas palavras minha convivência com Dona Monina. Ela era uma enciclopédia, de música, de vida, de elegância, de caráter, de coerência, de integridade artística. Nada com ela era vulgar. Era uma pessoa profundamente complexa que, no entanto sabia mostrar simplicidade em tudo o que fazia na música. Isso é imediatamente constatado quando se ouve uma interpretação dela ao violão: tudo no lugar, tudo bem sentido e pensado, tudo elegante, nada rebuscado ou pretensioso. A interpretação emana do sentido contido na própria música sem apelar para qualquer recurso artificial, com uma simplicidade que apenas os sábios conseguem atingir.

Convivi com ela desde que eu tinha 12 anos de idade e posso dizer, sem nenhuma dúvida ou exagero, que sem ela eu não teria tido a carreira que tive, nem como músico nem como luthier. Levados pela mão de nosso avô, eu e meu irmão Eduardo percebemos desde o nosso primeiro encontro estar lidando com um ser humano sem par, sabíamos estar recebendo um privilégio único, sendo que sua presença amiga permaneceu conosco durante esse meio século que se passou desde então, por maior que fosse a distância física nos separando…

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