Arquivo da categoria ‘Cultura e literatura’

Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Mundo da arte, mundo em arte, mundo visto pela arte, mundo visto com arte, mundo visto através da arte, mundo visto de cima, mundo das entranhas, mundo interior…

O certo é que o mundo da arte transcende este mundo, o mundo comum em que vivemos. O olhar do artista nos faz ir além, desde que tenhamos sensibilidade. Não importa que o artista seja ator, pintor, músico, dançarino, cantor, compositor, arquiteto, escultor, artesão, poeta, paisagista, ou fotógrafo a captar o brilho do sol. O mundo feminino da arte, então… Arte é palavra feminina.

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Alvorar, alvorecer, amadurecer, anoitecer e florescer são verbos incoativos. Exprimem começo de ação, de movimento progressivo. O gerúndio exprime o que está sendo, acontecendo. Junto dos auxiliares ir e vir é fluxo: estou indo, vou vivendo. Vir a ser corresponde, em latim, a (in) fieri, em francês, a devenir, e, em alemão, a das Werden. Com isso se tenta expressar o fluxo contínuo de evolução. Coisas continuamente acontecendo. Com o aval de S. Paulo, podendo acontecer que o bem que eu queira, isso é não faça. E o mal que eu odeie, isso eu faça.

A partir do momento em que nasce, o ser humano é uma criança, a vir a ser um adulto. Para isso nasceu, para isso veio ao mundo ou foi posto no mundo. Participes da obra da criação, os pais promovem a travessia de quem não era, não existia, para o existir. Ser pai, ou sendo pai, é ser responsável e sentir-se responsabilizado por uma dinastia. Os Maias, os Carvalhos, os Oliveiras…

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Abrir parênteses significa interromper para digredir. Uma digressão pode significar fugir ao assunto como pode valer mais que uma aula, quando atende a algo pertinente interposto no discurso. A gente aprende indagando. Não é raro o aluno deixar de perguntar por vergonha, fazendo de conta que já sabe, com receio do que vai dizer o professor ou vão dizer os colegas. Preferível errar na sala de aula, que é o espaço previsível, que errar depois, no exercício da profissão.

Os parênteses desviam o foco para nele intercalar-se um comentário. Aliás, entre parênteses, na vida às vezes não dá para fazer comentários; em vez de dizer palavras, só silêncio, entrelinhas, reticências e muita exclamação.

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