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Arquivo da categoria ‘Cultura e literatura’

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Não me considero um jacobino, partidário do ideário democrático exacerbado. Prefiro o caminho das distinções. Uma coisa é uma coisa; outra coisa, outra coisa. In medio stat (consistit) virtus. A virtude está no meio. “Essencialmente equilíbrio: / Nem máximo nem mínimo” – Orides Fontela. A distinção se dá no plano conceitual, das ideias; a diferença se faz no plano da realidade. Conceber se distingue do existir. No idealismo puro a ideia é criadora, identificando muitas vezes válido com viável. Numa campanha eleitoral pode ser apresentada uma proposta brilhante, mas que, por um motivo ou outro, não é exequível, factível, viável. Isto é, concretamente não funciona, não tem condições de existir e de subsistir.

Válido é o que é totalmente correto, concordante com as regras da lógica formal, verdadeiro em todas as interpretações de um sistema lógico, coerente em si. Viável é o que pode ser percorrido, que não encontra obstáculo intransponível, portanto transitável, executável, exequível, realizável. Muitas vezes, na prática, a dialética predomina gerando discussões acaloradas, justamente porque o que se defende é justificável teoricamente, mas não na prática. Às vezes dá até briga e as pessoas automaticamente passam a ser classificadas como conservadoras ou avançadas. Leia mais »

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Trata-se do fenômeno resultante da dispersão de luz solar em gotículas de água suspensas na atmosfera. O desenho que aparece é um conjunto de arcos de circunferência, com as cores do espectro solar. Também conhecido como arco-celeste, arco-da-aliança, arco-da-chuva, arco-da-velha, arco-de-deus, arco-do-triunfo-de-deus: arc-en-ciel, em francês; em italiano, arcobaleno; em espanhol, arcoiris; em latim, arcus pluvius, rainbow, em inglês, Regenbogen, em alemão… Sempre presente a leitura de um arco na composição dessas palavras.

Íris era uma deusa, alada, que vinha do céu à terra caminhando por esse arco; mensageira dos deuses, a trazer aos homens as manifestações da divindade Juno, esposa de Júpiter e rainha dos deuses. Juno, que a metamorfoseara em arco-íris, deu origem também ao nome do mês junho. Estrela dos deuses, correio mitológico, Íris aparece vestida com um xale que, ao sol, toma as sete cores do arco-íris: vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, anil e violeta. Anjo também, alado, significa mensageiro entre Deus e os homens, segundo a teologia cristã, a hebraica e a islâmica.

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Ouvi dizer que os judeus sefaradim, aqueles descendentes dos primeiros israelitas de Portugal e da Espanha, expulsos, respectivamente, em 1496 e 1492, mantêm a tradição de beijar a própria mão como forma de captar a energia do calor humano na marca espalmada deixada pela pessoa recém-cumprimentada através do seu aperto de mãos. Consideremos, no Dia dos Pais, beijar a mão, beijar a própria mão, abraçar e beijar, como formas transmissoras de calor humano paterno e filial.

Filho, filha, cara do pai, diz a dita sabedoria popular. Imagem e semelhança. Um legado vivo, esculpido e encarnado. No popular, “cuspido e escarrado”. Pai biológico, semeador que semeou a semente que se transformou em fruto no ventre da mãe, regada pela nascente que espraia suas águas pelas raízes de mais uma árvore genealógica.

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