Arquivo da categoria ‘Cultura e literatura’

Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Certa vez, referindo-se a uma pessoa sentada num canto, a ler, alguém disse: “Vive no mundinho dela…” Apesar do tom jocoso, não por estar no grau diminutivo, mas no diminutivo mesmo, eis uma grande verdade: Quem lê muito transporta o mundo para dentro de si. Bota o macrocosmo compactado dentro da sua cabeça. Faz do macrocosmo um microcosmo, um mundinho.

Cruza o Atlântico, o Pacífico, o Mediterrâneo, o Mar do Norte e o Adriático. O equador e os trópicos. Visita a América do Sul, a América Central, a América do Norte. Europa, Ásia, África, Oriente Médio, Terra Santa… Aprende geografia e história. Dá a volta ao mundo. Viaja de avião, de veleiro. Monta a cavalo. Viaja a pé. De bicicleta e de moto. Percorre os quatro cantos da terra. Vai da pré-história ao coronavírus.

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Reserva natural é uma área com valores especiais, parque florestal que se destina à conservação de espécies animais e vegetais, beleza cênica, características históricas, dentre outras. Raramente uma reserva advém da iniciativa privada, mais raramente ainda de pessoas físicas. Por isso merece divulgação e incentivo quem assume esse tipo de empreendimento.

Serra do Facão é o nome oficial da serra, cujo cimo, bem estreito, estende-se por 4km de comprimento, no município de Pará de Minas – MG, a menos de 100km a oeste de BH. Pela foto de satélite, a serra apresenta conformidade com uma lâmina de facão, fio de corte voltado para cima.

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Intercurso intelectual, ou de saberes, é linha tênue que separa o mestre do aprendiz, criança, jovem ou mesmo adulto. À semelhança do Padre Anchieta, que era, ao mesmo tempo, mestre/discípulo, discípulo/mestre. Mestre, enquanto difundia sua cultura trazida da Europa; discípulo, pois muito tinha que aprender dos e com os nativos. Principalmente com os curumins, palavra de origem tupi, designativa, de modo geral, de crianças indígenas. Uma vez catequizadas, essas crianças é que repassavam o catecismo aos seus pais, de maneira informal, em tupi. Afinal, “uma cultura não existe porque vale, mas vale porque existe”.

Atualmente, crianças e jovens convivem numa boa com a tecnologia, que por vezes assusta os mais idosos, inclusive professores. Se um jovem quer saber qual é a capital da Itália, num átimo consulta o Google. Esse não deixa de ser um compartilhamento de saberes e de tecnologia. Nós, adultos, nos tornamos crianças grandes. Aí se entra no campo da interação, da presença pedagógica, que tanta falta faz em tempos de coronavírus. Colo, calor humano, aconchego, um bom-dia presencial, um olá, ajudam a compor o cenário humano…

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