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Arquivo da categoria ‘Cultura e literatura’

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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“Eu nasci há dez mil anos atrás e não há nada nesse mundo que eu não saiba de mais”, canta Raul Seixas. “Eu nasci há 800 anos”, digo eu, e não há nada nesse mundo que eu não saiba de menos.

Tenho vivido, nos últimos anos, na proporção de dez anos em cem. Isso em decorrência desse progresso tecnológico avassalador, especialmente no campo da eletrônica. O celular está ao alcance da grande maioria, assim como o caixa eletrônico, o cartão de crédito, o controle remoto. Analfabeto de letramento e analfabeto tecnológico, ambos são hoje carentes de inclusão. Inimaginável há algumas décadas um anúncio como este: “Manutenção de computador, monitor, notebook, impressora, celular, máquina digital, tablet, CFTV, televisor, vídeo game, aparelhos eletrônicos; backup, upgrade, antivírus, formatação.” Na Copa do Mundo a tecnologia julga o juiz.

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
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Em 1284, reza um conto de fadas, folclórico, Hamelin, uma cidade da Alemanha, fora infestada por ratos. Nesse meio tempo, chega à cidade um homem que se apresenta como sendo um “caçador de ratos”, portanto apto a resolver o problema. Prometeram-lhe uma boa paga, a ele, em troca do raticídio: uma moeda pela cabeça de cada rato. O forasteiro fechou acordo, posicionou sua flauta e, a flautear, hipnotizava os ratos e os atraía afogando-os no Rio Weser.

Vivenciando a história do Brasil, estamos também à procura de um flautista capaz de exterminar ratoneiros. Quem pode acabar com os ratoneiros? Mal comparando, nosso país está infestado também. É rato roendo por toda parte. A propósito, para rato, o Aurélio XXI registra, como coletivos, ratada e rataria.

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Diante d’Aquela Estrela, de Vander Lee: “Aquele jeito com que você me olhou varreu meu pensamento. Todas as coisas saíram do chão, e eu me esqueci de tudo. E antes que eu me desse conta já era seu meu querer. Foi como o sol que desponta uma montanha dourada na terra do faz de conta, pra me banhar de prazer”. Cora Coralina avisa: “Coração é terra que ninguém vê”. Há quem não creia em paixão súbita e irresistível, mas que ela existe, existe!

Wander Lee, de novo: “Românticos são poucos. Românticos são loucos desvairados. […] Românticos são lindos, românticos são limpos e pirados, que choram com baladas, que amam sem vergonha e sem juízo”. Uma espécie em extinção. Poucos. Loucos. O romântico vive contente, “não pedindo mais que continuar o seu idílio com aquela que lhe fixara a ventura”, garante Tristão da Cunha. Uma lenda medieval, de origem céltica, serviu de inspiração para a ópera do compositor alemão Richard Wagner, Tristão e Isolda, uma peça de aventura e de amor intenso e proibido.

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