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Arquivo da categoria ‘Cultura e literatura’

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Expressa em fórmulas de agradecimento, a virtude da gratidão comportaria três níveis: formal, semiformal e profundo. Uma vez que se admita ser a linguagem espelho da alma, individual e cultural, a maneira de agradecer em palavras talvez possa ter, no fundo, alguma correspondência com cada um desses níveis. Às vezes achamos sem graça a nossa maneira de agradecer, em português, com um “obrigado”.

Em inglês, “thank you”, e, em alemão, “zu danken”, independentemente do tom, enquadrar-se-iam no nível mais formal. Num nível intermediário, semiformal, em línguas neolatinas, “merci”, em francês; “gracias”, em espanhol; “grazie”, em italiano. Já em português, dizemos “obrigado”. E o que significa obrigado como fórmula de agradecimento? Significa vínculo. Isto é, não apenas agradecemos mas ficamos vinculados à pessoa a quem agradecemos. Toda vez que dizemos “obrigado” é um laço que, mesmo momentaneamente, no caso de um estranho, nos prende ao atendente cordial.

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Natal. Convergência entre a viga e o vão. Viga construída ao longo de mais um ano que se finda, e se encerra com a festa da cumeeira. Então, é Natal. Cumeeira do amor, cumeeira das virtudes. “Ligando os breus, dando sentido aos mundos e aos corações sentimentos profundos de terna alegria”, canta Caetano.

Natal. Convergência de ideologias. Dois pés, um pra frente, o outro pra trás, mantêm o equilíbrio de nosso caminhar com a perna direita e com a perna esquerda. Esquerda, direita; direita, esquerda: tese, antítese. Síntese é o equilíbrio.

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Não subestimemos os fragmentos de dois versos do poeta latino Virgílio, na Eneida: “Et crimine ab uno disce omnes”. Por um crime aprendei todos, aprendei a conhecê-los a todos. Alguns exemplos constituem amostras representativas. No caso, Enéias se refere aos gregos da época. Geralmente citam-se apenas as palavras: “Ab uno disce omnes”. Por um, ou de um, aprenda todos. Se numa passagem de nível sem sinalização ocorreu um único acidente, isso já é motivo bastante para as devidas providências, o que não quer dizer que se deva esperar acontecer para colocar placas de sinalização. Normalmente os primeiros assaltos levam as vítimas a tomarem mais cuidado. A dissecação de um caso, por meio de seu estudo aprofundado, pode eventualmente proporcionar o conhecimento de determinado fenômeno físico, social, político-econômico.

Consta que a ex-presidente requereu o ironicamente apelidado de bolsa-combustível, privilégio dos ex-presidentes, uma modesta cota de 3000 reais por mês. Valor este, apenas para combustível, muito superior ao estipulado para o bolsa-família. Assim caminha o nosso Brasil, onde os políticos e autoridades ganham imensamente mais que nós, seja de proventos seja de mordomias. E de roldão consciente embarcam todos eles, independentemente de sigla partidária, ideologia, nível federal, estadual, municipal. Mordomias não têm coloração partidária e as ideologias caem por terra nessas ocasiões. Pobre, pobre é que “tem de ter um triste amor à honestidade”. (Riobaldo)

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