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Arquivo da categoria ‘Cultura e literatura’

Janguiê Diniz2016Janguiê Diniz
Diretor presidente da ABMES
Secretário executivo do Fórum das Entidades Representativas do Ensino Superior Particular

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
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O livro O Capital no Século XXI, de Thomas Piketty, aborda a evolução do capitalismo. Nele, o autor apresenta os benefícios e custos trazidos por este sistema econômico que, até o instante, não faliu. E tende, assim acreditamos, a não falir. O socialismo entrou em decadência por suas contradições no âmbito do indivíduo. Estes não optaram por abrir mão da individualidade e, portanto, da livre iniciativa. Indivíduos podem relegar o capitalismo caso optem por tornar a liberdade individual como objetivo secundário. Porém, não visualizo esta possibilidade.

Apesar das crises, como bem afirma Thomas Piketty na obra, o capitalismo sobrevive. As contradições provenientes dele e apontadas por Piketty ainda não foram suficientes para implodi-lo. No referido livro, encontro a principal contradição do capitalismo: renda do capital versus renda da renda. A renda do capital advém da acumulação, já a renda da renda é proveniente do trabalho. Porém, a renda do capital foi, em algum dia, advinda da renda da renda.

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Ronaldo MotaRonaldo Mota
Reitor da Universidade Estácio de Sá e Diretor Executivo de Educação a Distância da Estácio
http://reitoronline.ig.com.br
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O filósofo e educador canadense Herbert Marshall McLuhan (nascido em Edmonton em 1911 e falecido em Toronto em 1980) é considerado por muitos um dos mais relevantes pensadores do século XX.  O que é certo é que ele antecipou os impactos, com detalhes, do que viria a ser uma futura rede mundial de computadores, a internet, a qual só foi viabilizada décadas depois de sua morte. Suas ideias e análises originais têm contribuído substancialmente para explicar os fenômenos envolvendo os meios de comunicação e suas relações com a sociedade.

McLuhan foi importante para entender a virada do milênio e continua sendo essencial no transcurso destas primeiras décadas. Entre suas tantas obras, destacam-se: O Meio é a MensagemGuerra e Paz na Aldeia Global e Os Meios de Comunicação como Extensões do Homem.

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Janeiro é mês dedicado a Jano, rei do Lácio, patrono dos começos e dos fins. Saturno, que é representado com uma foice, fora expulso do céu pelo próprio filho, Júpiter. Escolheu, então, o Lácio para morar e Jano lhe proporcionou sociedade no seu império. Agradecido, o deus Saturno dotou Jano de enorme perspicácia em relação ao presente, fazendo-o bifronte, isto é, passou a ter sempre diante dos olhos o passado e o futuro. Por isso, Jano é representado como um jovem com duas ou até mais faces. Ostenta uma chave na mão direita, pois foi ele quem inventou as portas e, na esquerda, um báculo para indicar o domínio que exercia sobre caminhos e estradas, entradas (janeiro) e saídas.

Numa Pompílio, segundo rei de Roma a. C., fez erguer, em Roma, no Foro Romano, o templo de Jano, que permanecia fechado quando a República vivia tempos de paz, o que somente aconteceu nove vezes em mil anos. “… del famoso Tempio di Giano, le cui porte si aprivano in tempo di guerra e si chiudevano in tempo di pace, ma di esso non resta la minima traccia”, como se lê no Guida d’Italia: Roma e dintorni). Numa também decidiu que, em vez de dez meses, o ano deveria ter doze meses. Introduziu, então, os meses de janeiro e fevereiro, no início do ano, razão pela qual setembro é o nono mês, outubro o décimo, novembro o décimo-primeiro, e dezembro o duodécimo. Desde o século XVI que o 1.º de janeiro foi adotado universalmente como o primeiro dia do ano.

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