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Arquivo da categoria ‘Cultura e literatura’

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Grande epopeia nas águas da Ilíada. Homero verseja que o oceano é o princípio da origem de tudo. De minha parte, digo: oceano de minh ‘alma. Lá, no íntimo de nosso ser, a voz ritmada do oceano fala à nossa alma e sussurra: imensidão! Imensidade!… Nosso olhar se perde fitando a vastidão das águas que rumorejam. Não importa sejam águas de pélago, pego, sem o “la”, ponto ou mar. Os rios, todas as águas correm para o oceano como a creditar-lhe as origens, de A a Z, de Z a A. Mar, todas as águas te procuram!

Num largo oceano d’alma navego eu. Casimiro de Abreu pergunta: “Que pode haver maior do que o oceano?” Gigante como o Oceano Atlântico, cujo nome deriva de Atlas, filho do deus dos mares Netuno. Em alto mar apenas o céu está acima das águas, mais do que num oceano de lágrimas de infinitas gotas, num oceano de luzes irradiadas de um arc-en-ciel.

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Quando a gente caminha por cidades coloniais se diz que estamos pisando a história. Isto significa anos de tradição cultural, de gente que pisou aquele solo antes de nós, quiçá bandeirantes pisando ribanceiras à cata de ouro, sobretudo nas Minas Gerais. Mesmo sem sermos historiadores, professores de história, nosso falar está impregnado de história.

Septimana era a semana romana, as sete manhãs, de origem babilônica, advindas da astrologia. Os nomes dos dias se referiam a corpos celestes e aos deuses. Domingo era o dia dedicado ao deus Sol, dies Solis, em inglês, Sunday, em alemão, Sontag. Os cristãos chamaram-no domingo, em latim, dies dominicus, no sentido de 24 horas, referente a Senhor em homenagem à ressurreição de Cristo, que se deu na madrugada de domingo de Páscoa.

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Ronaldo MotaRonaldo Mota
Reitor da Universidade Estácio de Sá e Diretor Executivo de Educação a Distância da Estácio
http://reitoronline.ig.com.br
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Platão foi um dos mais importantes filósofos da Grécia Antiga, tendo fundado, em 387 a.C., a Academia, primeira escola do mundo ocidental. As teorias e concepções platônicas estão diretamente ligadas à sua teoria da alma. No seu livro “República”, Platão concebe o homem como corpo e alma separáveis. Enquanto o corpo, que nada sabe, é mortal e impuro, a alma, que tudo sabe, é pura, imutável e eterna.

A ciência, ancorada no método científico, decretou a não existência da alma na falta de evidências e de comprovações objetivas acerca de sua realidade física. No entanto, Michael Graziano, pesquisador da Universidade de Princeton, sugere que o cérebro realiza tentativas de copiar a si próprio, transcendendo os processos mais simples, descritos via neurônios e sinapses, simulando algo que seria uma espécie de consciência, um “fantasma” que coabita o cérebro, ao qual podemos associar o conceito de alma, se considerarmos as funções atribuídas a ela por Platão.

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