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Arquivo da categoria ‘Cultura e literatura’

Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Quem realiza é porque sonha. Cada um, a seu modo e a modo do que pretende, se de fato pretende, faz o sonho preceder à realidade, aos fatos que correspondam às suas ideias, tanto para o bem como para o mal.

Assim, o poeta é um sonhador. O idealista também o é, como o é o empreendedor. O aluno sonha com a formatura. Ter um filho é sonho de muitos casais. O sonho de ganhar na loteria leva muita gente a jogar sempre. Candidato a cargo eletivo costuma sonhar com o poder e suas benesses. O brasileiro não é exigente. Mas precisa cada vez mais dos outros… e de sonhar, a exemplo de grandes sonhadores, como Dom Bosco, Martin Luther King, Nelson Mandela, Raul Seixas, o profeta Isaías, Jacó e sua escada entre o céu e a terra, Elvis Presley, Joana d’Arc.

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Para muitos é o vazio… Para Tomás de Aquino, no século XIII, o fim do ser humano é a felicidade, felicidade que é a posse do bem infinito. Procurar total felicidade nos bens finitos é desvirtuar a dignidade humana. Dessa forma, a primeira condição para ser feliz é aceitar as próprias imperfeições e potencialidades. Platão entende que o corpo é cárcere da alma. Não se é feliz quando não se aceita este misto de grandeza e miséria: nem anjo nem cão, sublime e tosco, santo e pecador. Um vaso frágil. Ninguém é melhor que ninguém. Seja branco, pardo, negro.

A felicidade individual não provém, pois, dos bens materiais, em si. Que podem ser indispensáveis, necessários, úteis, mas que também podem alimentar ambições desvairadas, de querer sempre mais, a qualquer custo. De possuir por possuir, não importando o ser, mas o ter. Desta vida nada se leva de material. Caixão não tem gaveta. Ninguém vive por procuração, muito menos para todos os fins. O viver é individual e intransferível. A arte de bem viver compete a cada pessoa. Recuperar uma nação economicamente é mais fácil do que recuperar moralmente.

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Ronaldo Mota
Membro do Colegiado da Presidência da ABMES
Chanceler do Grupo Estácio
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Anteriormente ao período conhecido como Renascimento na Europa, particularmente antes das contribuições de pensadores como Copérnico (1473-1543), Galileu (1564-1642) e Newton (1643-1727), a percepção dos indivíduos acerca de alguns fenômenos cotidianos era muito diversa da atual. Alguém imaginar que habitávamos um mundo que não fosse basicamente plano beirava a insanidade ou acreditar que um astro como a Lua pudesse interferir à distância no fenômeno das marés era crer em bruxaria.

A pergunta difícil de responder é quais fatos ou concepções atualmente negamos, desprezamos ou chamados de feitiçarias e que, talvez, em tempos adiante, fruto de avanços científicos, venhamos a aceitar como corretos ou verídicos. Adotamos que os limites entre bruxaria e ciência só se tornam mais claros à luz do método científico, aprimorado a partir do nascimento da ciência moderna, construída, entre outros, pelos mesmos personagens acima citados.

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