Destaques
Facebook
Comentários

Arquivo da categoria ‘Cultura e literatura’

Valmor BolanValmor Bolan
Doutor em Sociologia
Especialista em Gestão Universitária pelo IGLU (Instituto de Gestão e Liderança Interamericano) da OUI (Organização Universitária Interamericana) com sede em Montreal, Canadá
Representa o Ensino Superior Particular na Comissão Nacional de Acompanhamento e Controle Social do Programa Universidade para Todos do MEC
***

Nos dias atuais, a maior parte dos alunos prefere ter como base em pesquisas a internet, seja para trabalhos escolares, ou mesmo pesquisas pessoais, sobre diversos assuntos. Com esse avanço tecnológico, a internet vem sendo um alívio para muitos, o que acaba nem sempre sendo o processo mais adequado, na formação do estudante.

A internet pode ter grande utilidade, mas como complemento, na aquisição de informações.  Há muitas matérias boas, em sites específicos, mas outras que são colocadas em sites não oficiais, em blogs e até mesmo no Google são superficiais, algumas inclusive com informações imprecisas. A Wikipédia, por exemplo, é uma enciclopédia livre que, algumas vezes, pode trazer dados não confiáveis. Muitas pessoas mudam e remudam histórias e colocam informações que não batem com a verdade dos fatos, mas que muitos acreditam como se fossem dados corretos. E alguns alunos acabam fazendo trabalhos superficiais, por conta dessas imprecisões, inclusive conceituais de temas abordados. Tudo isso leva ao que chamamos hoje, por exemplo, de analfabetismo funcional.

Leia mais »

Avaliar

Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
***

No seu livro A Dupla Chama, Octavio Paz diz que o amor é uma paixão que quase todos veneram e poucos vivem realmente. E talvez a explicação seja esta, de Abgar Renault: “O amor próprio costuma ser maior do que o próprio amor”. E isso invalida não se sabe quantas juras, frequentes juras de amor. Um trecho da música The End, dos Beatles, diz assim: “The love you take is the love you make”, o amor que você recebe é o amor que você oferece. E num musical, também dos Beatles, nos Estados Unidos, no fim do espetáculo essa frase ficava gravada na parede. Oxalá fique gravada também nos corações dos namorados. De ontem e de hoje. Sem dar pausa para o coração.

“Je cherche le bien où je le trouve”, é como se diz em francês. Numa tradução livre: escarafuncho coisa boa, não importando onde. Garimpem-se diamantes, em peneiradas, no meio da roda de cascalho. Rita Lee lembra, numa canção: “Foi quando meu pai me disse: Filha, você é a Ovelha Negra da família. Agora é hora de você assumir Uh! Uh! E sumir!…” Em tempo: antes que os puros de coração me apedrejem, pois hoje em dia a expressão ovelha-negra está vetada como preconceituosa, pois considerada politicamente incorreta. Mas, entendendo o sentido dado a ovelha-negra, interessante é que a própria Rita Lee, comparando Amor e Sexo, sem desfazer deste, mas sublimando aquele, canta, dentre outros, estes versos: “Amor é cristão. Sexo é pagão. Amor é latifúndio. Sexo é invasão. Amor é divino. Sexo é animal. Amor é bossa nova. Sexo é carnaval.”

E, além de romântico, o amor deve ser duradouro. Aos 18 anos, o cantor carioca Duam Socci disse, numa entrevista: “Pô, namorada é para a vida toda…” Para sempre. O importante é ser feliz fazendo alguém feliz. E o namoro é uma porta aberta, uma janela para esse tipo de investimento. Um seguro de vida para uma vida segura, prestante, em família, com a garantia de um grande banco: o Banco do Amor. Então, feliz Dia dos Namorados!

Avaliar

Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
***

Castigado por Júpiter, Tântalo é representado no meio de um rio cujas águas lhe fogem dos lábios toda vez que, acorrentado, ele tenta matar a própria sede. Havia as ninfas protetoras das fontes, das nascentes e dos rios. Netuno era o deus do mar. As sereias eram metade mulher, metade peixe.

Entre os iorubas e nos ritos religiosos afro-brasileiros, como o candomblé, a umbanda, etc., os orixás, ou voduns, de origem jeje, personificam ou deificam as forças da natureza ou de um ancestral divinizado que, em vida, obteve controle sobre essas forças. Os orixás (Iabás) são guardiães da natureza.
Leia mais »

Avaliar
Números do Ensino Superior

Quer contribuir para o blog da ABMES?

Envie seu artigo para o e-mail comunicacao@abmes.org.br com nome completo, cargo e foto e aguarde nosso contato!

Categorias
Autores
Arquivos