Arquivo da categoria ‘Cultura e literatura’

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Para homenagear os professores de todo o Brasil, a ABMES publica uma sequência de artigos que resgatam sob pontos de vista diversos o importante papel que desempenham. 

Sergio Abreu reverencia a memória de Monina Távora 

Ao comunicar o falecimento, aos 90 anos, da violonista argentina Adolfina Raitzin Távora, no dia 17 de agosto de 2011, Sérgio Abreu escreveu um belo, profundo e emocionado depoimento sobre a grande artista e sua professora de violão, cuja íntegra, após sua gentil autorização, temos a honra de publicar. Além do depoimento – por meio do qual descreve a trajetória de sucesso, o grande talento, personalidade marcante de sua mestra bem e marcas  e ensinamentos deixados por ela na sua vida de violonista e luthier – Sergio Abreu presenteia os leitores com duas das primeiras gravações inéditas feitas por “Dona Monina”, no violão fabricado por ele: “Balada para Martin Fierro” do compositor argentino Ariel Ramirez e “Milonga Triste” do também argentino Agustín Piana. 

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Manual de Redação PUC/RS
http://www.pucrs.br/manualred/faq/duv-campus.php
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Entre nós, é ampla a área de dúvidas, de contradições ou de conflitos. A toda hora vêm à tona questões deste tipo: ensinar ou não ensinar gramática? Que gramática ensinar? Que norma adotar, uma norma idealizada ou uma norma real, derivada dos usos reais da língua? Estabelecer barreiras alfandegárias à importação de palavras estrangeiras ou ver no fenômeno algo natural, próprio da natureza e da história das línguas? Aportuguesar as palavras estrangeiras ou não? Colocar acento circunflexo em “campus” (“câmpus”)? Etc.

De um modo geral, gramáticos, professores e aqueles que têm mostrado a outros como falar, como escrever, têm feito isso numa base meramente normativista, insistindo para que os utentes da língua sigam as regras. Não raro apelam para a lógica, para o peso da tradição e, às vezes, para o peso de sua própria recomendação ou autoridade. Com isso, estão muito longe de basearem suas conclusões na observação acurada, exata, objetiva dos fatos lingüísticos. Importa ressaltar que, antes de emitirmos parecer ou opinião acerca de uma questão lingüística, devemos sempre ter outros fatos necessários ao nosso dispor e compreender como trabalhá-los, organizando-os e interpretando-os cientificamente, verificando sempre o que a ciência lingüística tem a nos dizer. Caso contrário, nossa pretensa solução ou resposta ao problema não passa de uma simples conjectura ou expressão subjetiva de nossa preferência.

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Antônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Saber esquecer o mal também é ter memória! E que memória! Bota memória nisso!… A propósito, use ponto de exclamação ou de admiração [!] para expressar o lado admirável do mundo e da vida. Incluindo ou não a presença dos pronomes que e quem, empregados exclamativamente: Magnífico! Bravo! Que beleza! Quem me dera! A propósito, e admiravelmente a propósito, a palavra milagre vem de “mirari” que, em latim, significa tomar-se de admiração ante coisas da vida que se impõem como boas, verdadeiras ou belas. E tomar-se de admiração é ter alma de salmista. É ter sensibilidade ante os céus que proclamam a glória de Deus e o firmamento que anuncia a obra de suas mãos.

Com o ponto de exclamação, dê entoação à voz, solte um grito, um brado de prazer, de alegria. É goooool!… Na pontuação certa, dê vazão também à raiva, à tristeza. Vale soltar os cachorros. Ninguém é de ferro. De vez em quando, pode. Adélia Prado não escreveu “Solte os cachorros”? Jesus não expulsou os vendilhões do templo? De outra feita, também pegou pesado: Ai de vós, hipócritas!

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