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Arquivo da categoria ‘Marketing Educacional’

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Julio Cesar Castro FerreiraJúlio César de Castro Ferreira
Especialista em comunicação digital www.produtoranebadon.com.br
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Podemos definir o marketing de conteúdo (content marketing) como a utilização de conteúdos atrativos ao seu público, criados para serem compartilhados de acordo com a estratégia de uma campanha de marketing com objetivos específicos. Esses objetivos podem variar entre: Aquisição e fidelização de clientes, fomentação de negócios, engajamento de público, educação sobre conceitos e comportamentos, e aumento da reputação de uma marca.

O conteúdo de uma campanha como esta pode variar em seu formato, como por exemplo: Notícias, editoriais, vídeos diversos, artigos, e-books, imagens, enquetes, guias, games e muitos outros. Porém, independente do formato, o objetivo primário de um material criado para servir como conteúdo destinado ao seu público é que ele seja verdadeiramente relevante e atrativo, o que deve ser planejado com base em uma sólida pesquisa e análise sobre o comportamento / expectativas deste público.

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Gabriel Mario Rodrigues 1Gabriel Mario Rodrigues
Presidente da ABMES e Secretário Executivo do Fórum das Entidades Representativas do Ensino Superior Particular
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 Com sacrifício/ eu criei meus sete filhos/ Do meu sangue eram seis/ E um peguei com quase um mês/ (…) Um belo dia/ Me sentindo abandonado/ Ouvi uma voz bem do meu lado/ Pai eu vim pra te buscar/ Arrume as malas/ Vem comigo pois venci/ Comprei casa e tenho esposa/ E o seu neto vai chegar…/ De alegria eu chorei/ E olhei pr’o céu/ Obrigado meu Senhor/ A recompensa já chegou/ Meu Deus proteja/ Os meus seis filhos queridos/ Mas foi meu filho adotivo/ Que a este velho amparou… (Filho adotivo, Sebastião Ferreira da Silva e Arthur Moreira)

No Planalto, a manhã da segunda-feira, dia 3, foi marcada por muitas pompas e não menos circunstâncias – o governo, para melhorar a performance de sua política administrativa, promovia a dança das cadeiras, e, ao som de rufar dos tambores, era nomeado o novo ministro da educação, o economista e professor José Henrique Paim.

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Lucilla da Silveira Leite PimentelLucilla da Silveira Leite Pimentel
Consultora associada da Humus
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Na atualidade, a literatura educacional tem sido recorrente na abordagem do papel do gestor e vem se esmerando em convocá-lo a assumir uma gestão participativa, inclusive quando se refere à construção do Projeto Político Pedagógico. No entanto, é preciso refletir sobre esta convocação para que esta gestão escolar não fique na aparência, limitando-se a discursos sobre a importância de ser democrática e, na prática, sem abrir espaço para a corresponsabilidade nas articulações e tomadas de decisões que permeiam o fazer pedagógico cotidiano.

No que se refere especialmente ao projeto pedagógico, não é raro o gestor se perder no meio do caminho devido aos obstáculos promovidos por ele mesmo, quando desconhece saberes essenciais que fundamentam a sua elaboração ou é frágil ao lidar com a própria autoridade ou, ao contrário, quando não consegue, de fato, se desvincular de um poder autoritário. É preciso cuidar para que nessa construção, que deve ser discutida e organizada pela comunidade educativa, o projeto se torne um instrumento que, efetivamente, promova transformações significativas, mudanças de mentalidade, de conduta pessoal e de ações coletivas, tanto da equipe diretiva que atua fora da sala de aula, quanto do corpo docente. O que significa ter de rever a noção de poder, de autoridade e de saberes pedagógicos que se afirmam em estreita interrelação.

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