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Folha de S.Paulo
Editoriais
Publicado em 6 de agosto de 2010
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O país deveria estar debatendo o Plano Nacional de Educação que o MEC promete enviar ao Congresso até o final do ano. Não é trivial -o ministro Fernando Haddad pretende reduzir os 295 objetivos do plano prolixo a 25 metas que a população possa memorizar.

Em lugar dessas prioridades, contudo, discute-se a sexta falha grave relacionada ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
Haddad lançou uma série de projetos para pôr a educação pública brasileira nos trilhos. Um deles é transformar o Enem no filtro principal de acesso ao ensino superior, aposentando os famigerados vestibulares. Até o momento deu quase tudo errado, desacreditando uma iniciativa com méritos.

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Cláudia Elisa Grasel
Revista Gestão Universitária, Edição 232
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Este texto tem por objetivo discutir o cenário da avaliação da Educação Superior no contexto brasileiro, desta forma, busca revelar os encontros e desencontros no diálogo travado durante os processos regulatórios e de supervisão do estado entre o Ministério da Educação (MEC) e as Instituições do Ensino Superior (IES). As IES, tanto privadas como públicas, por força de lei, são submetidas a processos de regulação e supervisão do MEC. É premente a necessidade de revisão dos instrumentos de avaliação da Educação Superior no Brasil. Os instrumentos ora utilizados não refletem a real qualidade dos cursos e não levam em consideração os aspectos regionais e a diversidade observada nas diferentes instituições de ensino em seus diversos cursos.

Por conta destas críticas em relação aos instrumentos de Avaliação do Ensino Superior, foi realizada uma análise pelo Fórum das Entidades Representativas do Ensino Superior Particular e enviada ao Ministro Fernando Haddad, em maio de 2009, sendo que esta análise é discutida nos parágrafos que se seguem.

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(continuação)

Vamos recorrer à Plataforma Lattes/Cnpq para verificar se o estoque de doutores dessa base de dados[1] dá suporte aos indicadores de titulação docente do MEC e se há alguma relação com a quantidade de doutorados reconhecidos pelo MEC. A distribuição dos doutores cadastrados na Plataforma Lattes por área aponta maior concentração nas áreas de Ciências Exatas e da Terra e Humanas, seguidas por Ciências da Saúde, Biológicas e Engenharias. As Ciências Sociais Aplicadas representam dez por cento, à frente somente das Engenharias e de Línguística, Letras e Artes. São 88.195 doutores distribuídos pelas seguintes áreas:

Plataforma Lattes – Currículos de doutores

ÁREA QTDE. %
AGRÁRIAS 10.187 12
BIOLÓGICAS 12.191 14
EXATAS E DA TERRA 15.033 17
HUMANAS 14.089 16
SOCIAIS APLICADAS 8.936 10
SAÚDE 12.997 15
ENGENHARIAS 10.136 11
LÍNGUÍSTICA, LETRAS E ARTES 4.626 5
Totais: 88.195 100
Fonte: Cnpq/Plataforma Lattes.

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