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Arquivo da categoria ‘MEC’

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Paulo CardimPaulo Cardim
Reitor da Belas Artes e Diretor-Presidente da Febasp
Blog da Reitoria, publicado em 3 de abril de 2017
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A avaliação na educação superior brasileira, desde o início, esteve ligada aos processos de regulação – autorização e reconhecimento de cursos –, na graduação e na pós-graduação stricto sensu, em níveis de mestrado e doutorado.

A avaliação dos cursos de graduação sempre esteve na área executiva do Ministério da Educação, mais recentemente, com a participação do Inep e, até pouco tempo, do Conselho Nacional de Educação. No presente, o Inep realiza a avaliação in loco e a Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Seres) decide nos processos de autorização, reconhecimento e renovação de reconhecimento de cursos de graduação – licenciatura, bacharelado e tecnólogo –, além dos relativos ao credenciamento e recredenciamento de faculdades, centros universitários e universidades.

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Janguiê Diniz2016Janguiê Diniz*
Diretor presidente da ABMES
Secretário executivo do Fórum das Entidades Representativas do Ensino Superior Particular

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
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Gratuidade, status ou a busca por formação com foco mais acadêmico podem ser algumas das principais razões pelas quais um estudante dá preferência pelas Instituições Federais de Educação Superior (IFES) na hora de prestar o vestibular. Dados do Censo da Educação Superior 2015 apontam que a demanda dos alunos pelas universidades públicas é quase duas vezes maior do que a procura pelas Instituições de Educação Superior (IES) Particulares. Em 2015, foram 14 milhões de inscrições para um total de 3,7 milhões de vagas. Desse montante, o número de inscritos somente das particulares foi de 5,5 milhões na disputa por 3,2 milhões vagas em IES privadas.

A informação só reforça a necessidade de o governo federal promover e aprimorar políticas públicas que permitam o acesso dos estudantes ao ensino superior, uma vez que as instituições federais ainda não têm fôlego para comportar a grande quantidade de estudantes em busca da formação superior ao longo dos anos.

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jacir-venturi2017Jacir J. Venturi
Coordenador da Universidade Positivo, foi professor da UFPR, PUC-PR e diretor de escolas
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Em 2015 (dados do INEP/MEC mais recentes disponíveis), houve 6,6 milhões de matrículas na Educação Superior na modalidade presencial (pública e privada), um crescimento de 46% sobre 2005. Nesses mesmos dez anos, o crescimento do número de alunos na EaD (Educação a Distância) foi de 1.120%, atingindo a antes inimaginável cifra de 1,4 milhão de alunos – ou seja, o equivalente a 21% da presencial. Há ainda cerca de outros 5 milhões de adultos ou jovens estudando uma especialização, ou disciplinas específicas, ou cursos in company em plataformas estritamente digitais. Um em cada três alunos de licenciatura faz o curso on-line; em Pedagogia, metade.

Em seu início – em torno de 2003 –, a EaD enfrentava elevados preconceitos por precarizar a qualidade do ensino, e merecidamente. Depreciavam-na como o supletivo da Educação Superior. Hoje, no entanto, com os avanços das novas tecnologias, com a profusão de ambientes virtuais aliados a novos modelos pedagógicos (metodologias ativas), propicia-se a oferta de uma educação de qualidade equiparável à presencial.

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