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Arquivo da categoria ‘MEC’

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Oscar Hipólito
VP Acadêmico da Laureate Brasil
Murilo Garcia Santos
IT Trainee- Laureate Brasil
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A taxa de evasão na educação superior brasileira, um dos problemas persistentes nas instituições de ensino, continua registrando média anual acima dos 25%. A questão é que esse contingente representa cada vez mais uma quantidade maior de estudantes fora do sistema, causando prejuízos de diferentes montas. Enquanto em 2011 eram 1.012.182 estudantes evadidos, no ano de 2017 a taxa de evasão correspondia a 1.818.838 alunos, um aumento de 80% em apenas 6 anos. Isso significa que, em média, perde-se a cada 4 anos um volume de alunos correspondente ao total de matriculados de cada instituição de ensino superior.

Segundo o último Censo do Ensino Superior publicado no final de 2017 pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) é possível apontar que 26,4% dos alunos evadiram do sistema por desistência, abandono ou trancamento de matrícula. A taxa média de evasão anual dos alunos que cursam graduação presencial, 22,1% além de permanecer praticamente inalterada ao longo dos anos, mostrou-se bem inferior à taxa dos estudantes que cursam ensino a distância, que atingiu a marca de 45,9%.  Utiliza-se como cálculo básico do percentual de alunos evadidos a comparação entre o número de alunos que estavam matriculados em um determinado ano, subtraídos os concluintes, com a quantidade de alunos matriculados no ano seguinte, subtraindo-se deste último o total dos ingressantes desse ano. Assim, mede-se a perda de alunos de um ano para outro: a evasão anual. (Silva Filho, R.L.L et al. A evasão no ensino superior brasileiro. Cadernos de Pesquisa, v.37, n. 132, p.641-659, 2007)

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Celso Niskier
Diretor presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES)
Reitor do Centro Universitário UniCarioca
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A revisão e a desburocratização de alguns processos relacionados à regulação, supervisão e avaliação da educação superior brasileira é uma demanda antiga do setor particular. Não é exagero afirmar que os empreendimentos educacionais estão entre os grupos mais regulados do país, isso se não for o mais regulado.

É como se a legislação partisse do pressuposto de que o empreendedor educacional, ao exercer seu direito constitucional à livre iniciativa, o estivesse fazendo de forma irresponsável, sem comprometimento como resultado do serviço que oferta. Esquece-se que, na maior parte dos casos, o surgimento do empresário é consequência de uma vida dedicada à docência.

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Gabriel Mario Rodrigues2

Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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“A educação deve produzir mais do que indivíduos que consigam ler, escrever e contar. Ela deve empoderar cidadãos globais, que consigam enfrentar os desafios do século 21”. (Ban-Ki- Moon, Word of Education Forum, Incheon, Unesco, 2015)

 No livro os “Robôs e o futuro do emprego”, o autor Martin Ford relembra o último   sermão de Martin Luther King Jr, na Catedral Nacional de Washington, em 31 de março de 1968, cinco dias antes de ser assassinado. Falando dos tempos difíceis, Luther King Jr cita a “tríplice revolução”, destaque do relatório do químico Linus Pauling e do economista Gunnar Myrdal, ambos Prêmios Nobel, que versava sobre os problemas da época, salientava o movimento dos Direitos Civis, a causa pela qual lutava, a ameaça da guerra nuclear e a automação.

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