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Arquivo da categoria ‘Carreira e mercado de trabalho’

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Ricardo Lengruber Lobosco
Secretário Municipal de Educação de Nova Friburgo/RJ
Docente da FFSD e do Instituto Metodista Bennett e professor convidado em cursos de pós-graduação na PUC, UNESA e UMESP
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Se ensinares, ensina ao mesmo tempo a duvidar daquilo que estás a ensinar.
José Ortega y Gasset

A sociedade contemporânea, por sua imensa diversidade, tem nos imposto a sensação de que a velocidade de tudo tem aumentado; que a capacidade das pessoas tem se potencializado. Em razão da extraordinária pluralidade dos estímulos, temos sido levados a crer que, “naturalmente”, há sempre crescimento e aprendizado.

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Giovani Felipe
Professor da E.E.B Samuel Sandrini – Orleans
Cenário MT, publicado em 15 de outubro de 2012
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Foi-se o tempo em que crianças pensavam em ser professores(as), foi-se o tempo em que o primeiro membro de uma família a ter um curso superior era o de licenciatura. Hoje o capitalismo e sua ideologia de trabalho fazem com que os mesmos professores, fiquem horas em sala de aula, para poderem pagar uma faculdade para seus filhos, que tenha um salário de futuro mais rentável, como engenharias ou áreas da saúde. Este cenário é resultado de que cada vez mais, está difícil ficar em sala de aula. Alguns problemas.

Nossa sociedade atual, cada vez mais está percebendo que o processo de ensino e aprendizagem é realmente um processo, uma interação entre famílias, escolas e professores. Contudo, um desses tripés está deixando os seus valores, que é a base de tudo em outro plano. A família não é mais a base de uma sociedade e qual a consequência disto? Filhos rebeldes, sem educação familiar e sem respeito à vida e ao semelhante. Neste parágrafo estou sendo incoerente, mas explico. O processo de ensino e aprendizagem é compreendido pelas famílias e não é mais uma utopia. Os pais sabem em sua maioria que estão e devem participar da formação dos filhos. Entretanto, as famílias no formato tradicionais pai, mãe e filhos, estão ficando em segundo plano. O número de divórcios, e de padrastos e madrastas vem aumentado. A consequência se percebe em sala de aula. A tarefa do professor atual é também em muitos casos de psicólogo e a escola está cada vez mais interagindo com alunos para soluções de problemas sociais.
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Editorial
O Globo, publicado em 2 de outubro de 2012
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A cada divulgação de indicadores sócio-econômicos, comemoram-se avanços no Brasil. Tem sido assim a partir do controle da inflação, no final da primeira metade da década de 90. Com o estancamento da perda acelerada de poder aquisitivo da moeda, os maiores beneficiados foram, e têm sido, os de renda mais baixa. Há, ainda, toda uma rede de transferência de renda armada nos últimos 15 anos.

Com a recente divulgação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) referente a 2011, confirmou-se a tendência de avanços em indicadores sociais. O contingente de miseráveis, por exemplo, continua a encolher: menos 5,5% entre esta e a pesquisa anterior do IBGE, de 2009. Em números absolutos, 465 mil pessoas foram resgatadas do estágio de pobreza absoluta (renda mensal de até R$ 70 por pessoa). Com base na Pnad de 2008, Lula comemorou que sua administração havia conseguido antecipar a meta estabelecida para 2015, incluída nos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, da ONU, de redução da miséria pela metade.

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