Arquivo da categoria ‘Carreira e mercado de trabalho’

Marcel Simões Colombo
Supervisor de Criação da Humus
Autor de “Al-Aisha e os Esquecidos”. Publicou ainda, nas coletâneas “Moedas para o Barqueiro Vol. II” e “Dias Contados Vol. II”, os contos” Raquel e Renata” e “VIVA!”
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Eu faço a pergunta do título para você.

Quem é você?

Pense e só me responda no final deste artigo.

Porém, atrevo-me em adiantar sua resposta e deduzir que você tenha pensando em seu nome, sua face e tudo aquilo que você sabe sobre seu respeito. Parabéns, você acabou de usar a sua memória, deixando para trás, confinada em sua mente, a sua imaginação.

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Rosely Sayão
Folha de São Paulo, publicado em 23 de abril de 2013
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Recebi uma mensagem muito sofrida de um jovem que iniciou seu curso universitário neste ano. Como ele trata de questões que atingem –ou irão atingir– um grande número de pessoas, decidi tomar a mensagem dele como um guia para nossa reflexão semanal.

A primeira coisa que nosso jovem leitor anunciou em sua mensagem foi o arrependimento pela decisão de fazer o curso que faz. Ele lamentou profundamente não ter pesquisado mais cursos antes de prestar o vestibular, não ter feito um trabalho de orientação profissional, não ter procurado conhecer novos cursos. Lamentou, enfim, todas as atitudes que, do seu ponto de vista, não tomou.

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Amanda Cieglinski e Simone Harnik
Revista Educação, Edição 191 (março/2013)
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O futuro Plano Nacional de Educação (PNE), que há mais de um ano tramita no Congresso Nacional, é claro: um dos principais objetivos educacionais para a próxima década é a valorização do magistério. O tema, obviamente, não é novo.  Foi mote da campanha da presidente Dilma Rousseff, em 2010; base de mobilização do Todos pela Educação, em 2011, e há pelo menos duas décadas,  sempre citado entre as receitas para a melhoria da qualidade da educação no Brasil. Mas, para sonhar com a meta futura, pode-se afirmar que a demanda recente resultou em uma carreira docente efetivamente mais valorizada? E como medir se isso ocorreu na prática? Entre as possíveis variáveis a serem analisadas, ao menos um indicador pode dar pistas para quantificar esse fenômeno: a remuneração docente.

Desde 2008, com a Lei do Piso, os professores ganharam, ao menos, a proteção de uma regulamentação nacional. Mas levantamento realizado pela revista Educação mostra que cinco estados ainda pagavam salários abaixo do piso nacional em 2012, reajustado no começo do ano para R$ 1.567. Além disso, outro ponto da lei é praticamente esquecido quando se trata de seu cumprimento: a obrigatoriedade da destinação de um terço da jornada para atividades extraclasse. Nesse quesito, 15 estados não cumprem a lei, cinco anos após a sua implantação.

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