Arquivo da categoria ‘Carreira e mercado de trabalho’

Gabriel Mario Rodrigues
Reitor da Universidade Anhembi Morumbi
Presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior
Secretário executivo do Fórum das Entidades representativas do Ensino Superior Particular
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O cientista político Alexandre Barros em artigo publicado no jornal O Estado de São Paulo[1]“Ciência sem fronteiras … e sem critérios”– observou:

Começam a pipocar alertas sobre o programa Ciência sem Fronteiras, mais uma das soluções de burocratas para renderem muita notícia e depois serem esquecidas. Há um casamento de conveniência entre a ânsia da burocracia brasileira e a das burocracias universitárias num mundo em crise. Estudantes estrangeiros com bolsas governamentais são uma verdadeira bênção para qualquer universidade: governos pagam em dia e os alunos não dão muito trabalho.

A maior preocupação de Barros é com a falta de proficiência dos estudantes em língua estrangeira, fato que ele mesmo teve de superar para mostrar que dominava o idioma inglês quando concorreu a uma bolsa de pós-graduação no exterior.

Este é, a nosso ver, o menor dos problemas.

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Aline Barbosa
Portal Administradores, publicado em 13 de março de 2013
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As Universidades Corporativas tratam-se exclusivamente de um projeto de aprendizagem dentro das organizações criada pelas empresas de grande e médio porte. Elas servem para ampliar a educação continuada, como uma forma de estimulo com o crescimento profissional e pessoal dos seus colaboradores. Os cursos são ministrados pelas próprias empresas ou através de outras instituições parceiras.

As Universidades Corporativas tem por maior finalidade aprender, ensinar e buscar o crescimento profissional dos funcionários atendendo as necessidades dos clientes oferecendo serviços e produtos com qualidade, através da capacitação e atualização dos envolvidos, garantindo a liderança no mercado e a eficácia operacional dos serviços prestados aos clientes.

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Hélio Schwartsman
Folha de S.Paulo, publicado em 28 de fevereiro de 2013
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Primeiro foram os médicos, agora, os advogados. O Ministério da Educação parece disposto a controlar na unha o fenômeno da concentração de profissionais liberais nas regiões mais ricas do país. Algumas semanas atrás, o MEC anunciou que novos cursos de medicina só poderão ser abertos em áreas carentes de profissionais de saúde. Na quinta passada, disse que considera tomar a mesma providência em relação a faculdades de direito.

Parece-me uma tremenda de uma bobagem, uma tentativa canhestra de dizer que o governo está fazendo alguma coisa e, de quebra, quem sabe até ganhar alguns pontos com as duas corporações, preocupadas que estão com o excesso de mão de obra e a hiperconcorrência nas cidades mais abastadas. É evidente, entretanto, que o alcance da medida é, na mais generosa das hipóteses, limitado. E ainda bem, poderíamos acrescentar, já que o principal entrave ao sucesso da diligência está o fato de o Brasil ser um país livre.

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