Arquivo da categoria ‘Carreira e mercado de trabalho’

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Muita coisa a gente aprende nos livros, mas também vendo, ouvindo, cheirando, apalpando, repetindo, manipulando, sentindo, experimentando, vivenciando, digitando, pondo a mão na massa. Talvez seja o que, versejando, ensina Camões n’Os Lusíadas: “Não se aprende, Senhor, na fantasia, sonhando, imaginando ou estudando, senão vendo, tratando e pelejando”. Ou, na paródia de Millôr Fernandes: Ver primeiro. Depois conjeturar o que se vai fazer. Só então… pelejar. Sobretudo hoje em dia, era digital em que pesquisar é sinônimo de joeirar na internet.

“Não se pode ensinar nada a um homem; só é possível ajudá-lo a encontrar a coisa dentro de si”, dirá Galileu Galilei. Ensinar é lembrar, conforme teoria de Platão e também de Sócrates: “scire est reminisci”. O conhecimento seria, pois, reminiscência, lembrança, cavoucar fundo e daí extrair o vero. De qualquer maneira, válida ou não a teoria, ensinar é lembrar aos outros que eles têm potencial para saber tanto quanto quem ensina, ou mais. Caso do discípulo que supera o mestre, indo além. Aristóteles foi incisivo: “Amicus Plato, amicus Socrates, sed magis amica veritas”. Amigo Platão, amigo Sócrates, mais amiga é a verdade. Oxalá os filhos superassem os pais; os alunos, os mestres.

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Georgia Rivellino de Barros
Gerente de Marketing da Elsevier Brasil

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Dia 15 de outubro comemora-se o Dia dos Professores no Brasil e a categoria tem diversos desafios na profissão. Uma delas é conseguir cumprir todas as atividades e ainda cativar a atenção dos alunos cada dia mais conectados e interagindo com diversos dispositivos, como celulares e tablets.

Porém, a tecnologia pode colaborar com os professores de diversas formas. Uma delas é a possibilidade de adoção de livros que também possuem formatos digitais que venham com conteúdo interativo. Essa opção está disponível por intermédio de plataformas que possibilitam engajamento através de materiais que combinam o texto com elementos que estimulam a colaboração por intermédio de interações sociais e garantam excelente experiência de leitura em smartphones ou qualquer outro dispositivo.

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Gabriel Mario Rodrigues2Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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Ensinar é um exercício de imortalidade. De alguma forma continuamos a viver naqueles cujos olhos aprenderam a ver mundo pela magia da nossa palavra. O professor, assim, não morre jamais… (Rubem Alves)

 O aprendizado desde trinta mil anos atrás, quando o homem precisou transmitir suas vivências para os mais jovens, sempre foi intermediado por uma tela. Escrita na areia da praia, na terra, na argila, na pedra ou na árvore. Até que entre os séculos XVII e XVIII os educadores lassalistas criaram o maior invento tecnológico escolar que persiste até hoje: o quadro negro. Era, ou ainda é, a maneira do professor ir além de sua fala, registrar o que é importante para os alunos copiarem. O ato de ensinar sempre foi baseado na lousa, no livro, na apostila, mais tarde nos slides e power point.

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