Arquivo da categoria ‘Novas tecnologias’

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Gabriel Mario Rodrigues
Presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES) e
Secretário Executivo do Fórum das Entidades Representativas do Ensino Superior Particular
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Aprendi que para ter acesso ao povo brasileiro é preciso ingressar pelo portal de seu imenso coração. Por isso, permitam-me que nesta hora eu possa bater delicadamente a essa porta. Peço licença para entrar e ficar esta semana com vocês. (Papa Francisco)

O Papa Francisco com seu carisma pessoal, sua simplicidade e seu riso franco conquistou os cariocas – e o brasileiros de forma particular – além milhões de pessoas de todo o planeta. O papa estava em todas as tvs, tablets, i-phones, you tube, i-pads, revistas e jornais do Brasil e do exterior.

Acredito, salvo engano, que tenha sido o homem mais filmado e fotografado do planeta de todos os tempos.  Em Copacabana, milhares de celulares, a postos, esperavam sua passagem para mandar em tempo real, pelas diversas redes sociais, imagens desse líder espiritual que, não por acaso, fazia sua primeira visita internacional como Papa ao país mais católico do mundo.

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Liliana Giusti Serra*
Profissional com mais de 20 anos de experiência nas áreas de gestão de acervos documentais, arquitetura da informação em projetos web e bibliotecas digitais

Com a entrada da tecnologia nas bibliotecas, muitas mudanças têm sido observadas e acompanhar o ritmo do desenvolvimento tecnológico tem sido um desafio. Esta realidade não pode, porém, ser ignorada. Cabe às bibliotecas o empenho em adaptar-se a nova realidade e buscar integrar os desafios impostos pela tecnologia, desenvolvendo um novo modelo de negócio de forma a permitir que os e-books sejam aliados no processo de modernização.

As bibliotecas são consideradas como um organismo vivo, onde serviços e a guarda de informações, fisicamente caracterizadas por documentos impressos textuais, são centralizados visando atender à comunidade, ao usuário final. Este cenário é conhecido desde a identificação de guarda de coleções de documentos na Antiguidade, passando pela invenção de Gutenberg, até os dias de hoje. Com o advento das tecnologias, novas formas de propagar informações e conteúdos foram desenvolvidas, representando um desafio aos atores envolvidos no mercado editorial, que começa com o autor e segue pelo editor, livreiro, bibliotecário e, finalmente o usuário final. Acrescentando o fato que a forma como o leitor consome informações foi alterada e na diversidade de formatos e facilidade de acesso, o advento do livro eletrônico – e-book – mostra-se como uma realidade concreta e sem retorno. A agilidade de identificação, localização e disponibilização das obras através da internet permite ao bibliotecário derrubar as paredes das bibliotecas e prover aos usuários uma realidade diferente da estabelecida até o momento, com publicações acessíveis através de um clique, independente de horário de funcionamento, fuso horário ou localização geográfica do usuário ou da biblioteca. Os livros eletrônicos estão mudando radicalmente a realidade das bibliotecas e sua inclusão nos acervos deve ser pensada na forma de somar forças com o mercado editorial, garantindo a permanência dos negócios e cumprindo com sua função original: de preservação de publicações e acesso ao público.

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Júlio César de Castro Ferreira
Especialista em comunicação digital
www.produtoranebadon.com.br
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Ao longo da história da humanidade o conhecimento sempre foi tão precioso quanto o ouro, porém ainda mais raro e de difícil acesso. Esses tesouros intelectuais ficavam restritos às comunidades de eruditos, estudiosos e das classes dominantes, tendo as informações registradas de maneira precária e frágil, inviabilizando mais ainda a sua transmissão para a grande população e para as futuras gerações. Dessa maneira, era muito complicado para uma única pessoa, ter acesso a diferentes disciplinas como: agricultura, pecuária, escrita, astronomia e etc.

Alguns dos fatores que contribuíam para este fato no passado, era a dificuldade de locomoção e comunicação entre regiões e comunidades. Era muito comum uma pessoa viver toda a sua existência em uma mesma região, sem ter acesso a outras culturas. Além destes, outro fator que limitava o acesso ao conhecimento, estava ligado a estratégias de domínio e conquista, sendo vários os casos em que governantes e conquistadores limitavam o acesso da maior parte da população às informações disponíveis, quando não, promovendo queimas de pergaminhos e livros em grande quantidade.

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