Arquivo da categoria ‘Novas tecnologias’

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Eduardo Silva Franco
Professor, Mantenedor da FEAPA – Faculdade de Estudos Avançados do Pará e Membro do Conselho Mantenedor da UNESPA
eduardo.silva.franco@gmail.com
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A geração que ingressou na educação infantil na década de 1970 contou com a organização de pré-escolas, nas quais livros, quadros negros (verdes, brancos…), bibliotecas e espaços de convivência e recreação foram pontos importantes do universo da aprendizagem.

Hoje, têm-se variações interessantes: os livros permanecem, mas já estão em competição com os computadores; os quadros negros já não são somente verdes ou brancos também, mas igualmente com funções da computação; os espaços de convivência e recreação ganharam a virtualidade.

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Gustavo Ioschpe
Veja, publicado em 18 de março de 2012
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Durante décadas, o Brasil ignorou suas carências na área educacional. Hoje, quando há falta de gente qualificada e superlotação de presídios, consolida-se a percepção de que o país não progredirá sem uma melhora radical no setor. Vem também a percepção de que esse é um problema gigantesco e urgente, cuja solução por vias normais levará tempo e demandará muito esforço. Surge então a busca por uma “bala de prata”, uma solução potente e rápida que nos permita atalhar o caminho. A bola da vez é a tecnologia.

Apesar de ser um entusiasta das novas tecnologias, uma busca na literatura empírica me obriga a concordar com um empresário que dizia: “Eu acreditava que a tecnologia podia ajudar a educação. Mas tive de chegar à inevitável conclusão de que esse não é um problema que a tecnologia possa ter a esperança de resolver. O que há de errado com a educação não pode ser solucionado com tecnologia”. Seu nome? Steve Jobs.

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Gabriel Mario Rodrigues
Reitor da Universidade Anhembi Morumbi e presidente da ABMES
reitor@anhembi.br
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“Perguntar qual o efeito da tecnologia na escola é o mesmo que perguntar qual o efeito do quadro negro na sala de aula. Depende do que se escreve nele.” Christopher Dede

Padre Antônio Vieira, pregando um de seus sermões mais famosos, o da Sexagésima, na Capela Real de Lisboa na semana santa do ano de 1655, discorria o sofrimento de Cristo com pormenores, procurando mostrar com toda a emoção de suas palavras os últimos momentos de Cristo. Usava como último recurso a oratória e ao perceber o auditório indiferente, recorre ao exemplo de uma cortina que pudesse ser lançada do teto com a Imagem de Cristo tendo o peito transpassado pela lança de um dos soldados. Padre Vieira tinha consciência absoluta do valor do recurso de uma imagem. Uma história contada é uma coisa e um fato ilustrado é outra.

A imagem nos mostra a realidade escondida entre palavras, nos faz entender a história, o presente, passado e futuro com mais facilidade, nos traz discernimento.

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