Arquivo da categoria ‘Novas tecnologias’

Ronaldo Mota
Diretor Científico da Digital Pages e membro da Academia Brasileira de Educação
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Humanos são humanos e máquinas são máquinas. Mesmo assim, a história humana pode ser contada a partir do uso de diversas ferramentas, as quais foram, no decorrer do tempo, se incorporando ao cotidiano, interferindo diretamente na evolução da espécie.

As múltiplas maneiras com que os humanos têm feito uso de diversos utensílios, ao longo de sua evolução, talvez seja a principal característica que nos distinga das demais espécies. A habilidade no uso de varetas e pedras remonta há milhões de anos entre os nossos mais distantes ancestrais, mas há um longo e peculiar caminho até os dias atuais, quando é possível, por exemplo, implantarmos chips em nossos corpos. Leia mais »

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Gabriel Mario Rodrigues2

Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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“Sem uma Educação Superior e sem instituições de pesquisa adequadas, que formem a massa crítica de pessoas qualificadas e cultas, nenhum país pode assegurar um desenvolvimento endógeno genuíno e sustentável, nem reduzir a disparidade que separa os países pobres e em desenvolvimento, dos países desenvolvidos. O compartilhar de conhecimento, a cooperação internacional e as novas tecnologias podem oferecer novas oportunidades para reduzir essa disparidade.”[1]

Pensar nos desafios que as instituições de educação superior vão enfrentar num mundo em transformação tem sido tema de vários seminários, congressos e discussões acadêmicas. Muitas ideias, muitos propósitos, mas poucos resultados efetivos.

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Ernandes Rodrigues do Nascimento[1]
Karla Karina de Oliveira[2]
Luciana Correia Barbosa[3]
Thyago Douglas Mendes de Almeida[4]
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Nas últimas décadas, as tecnologias digitais de informação e comunicação (TDIC) evoluíram o suficiente para criar uma ruptura social, política, cultural, econômica, etc. Os recursos digitais se tornaram mais potentes e menores em tamanhos, tais como os smartphones; a internet se tornou móvel e de alta velocidade; os jogos eletrônicos se reinventaram; a produção de imagens e vídeos deixou de ser apenas um produto de profissionais e virou uma atividade rotineira da população.

Essas mudanças impactaram em todas as áreas profissionais, inclusive na educação. A maneira de se estudar e aprender mudou, como já dizia Paulo Freire (1974), o aluno não é um ser passivo, mas construtor da sua própria aprendizagem, precisando tão somente de incentivo para desenvolver a sua autonomia. Ao mesmo tempo, Freire (1974) também descreve o papel do professor, o qual deixa de ser o detentor do conhecimento e se torna um guia, um tutor, o qual orientará o estudante em sua jornada.

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