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Arquivo da categoria ‘Novas tecnologias’

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Gabriel Mario Rodrigues2Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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“É no problema da educação que assenta o grande segredo do aperfeiçoamento da humanidade.” (Emmanuel Kant 1724-1804)

Em 1980, o PIB brasileiro era maior do que a soma dos PIBs da China, da Coreia do Sul, da Malásia, de Cingapura e do Vietnã e hoje só o da China é quase sete vezes maior do que o do Brasil. Não é por acaso. Estes países investiram em educação e conseguiram transformar e aperfeiçoar sua pujança econômica.

No Brasil, desde o célebre “Manifesto dos pioneiros pela Educação Nova”, de 1932, que defendia a educação como uma função essencialmente pública e sem privilégios econômicos de uma minoria, estamos ainda muitos distantes de fazer pela educação uma ação estratégica para o desenvolvimento econômico e social nacional.

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Janguiê Diniz*
Diretor presidente da ABMES
Reitor da UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
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Os recentes debates envolvendo a aplicação da tecnologia na educação para que a modalidade a distância seja incentivada nos ensinos médio e superior têm motivado uma espécie de demonização de toda a proposta e até do tema – como se fosse proibido o Brasil revisar sua legislação, antevendo o avanço das possibilidades de educar nossos jovens e os condenando a viver no passado. Um exercício interessante é pedir para as pessoas responderem de supetão há quantos anos Steve Jobs apresentou em São Francisco, nos Estados Unidos, o primeiro modelo de smartphone e revolucionou nossa sociedade. A resposta é surpreendente: apenas 11 anos.

Precisamos compreender a velocidade com que se desenvolve a era digital e buscar formas para que ela contribua com a redução de mazelas da educação brasileira. O que não podemos é ignorá-la, como se o mundo não estivesse em transformação. Mas isso só será possível se nossas leis estiverem atualizadas e, importante, permitam que a tecnologia seja aplicada, sem jamais obrigar seu uso. Até porque é notório que nem todo aluno ou escola estão aptos a mudanças de forma homogênea.

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Daniel Medeiros
Doutor em Educação Histórica pela UFPR
Professor de História no Curso Positivo, de Curitiba
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O aprendizado sobre qualquer coisa começa sempre com alguma pergunta: “o que é isso?”, “como funciona?”, “o que esse botão faz?”, e assim por diante. É assim: alguém curioso encontra alguém atencioso e a “mágica” se faz.

Na escola, costumam chamar os personagens desse diálogo de aluno e professor. Lamentavelmente, nem sempre é assim. Muitas pedagogias falam em “despertar” a curiosidade da criança e do jovem. Eu sempre me surpreendi com essa abordagem, porque curiosidade foi a mola propulsora da humanidade, seu desenvolvimento e, em última instância, a razão maior da sua sobrevivência. Como é que agora virou um item da formação dos professores? Será, por acaso, que acham que as crianças e jovens não são curiosos e que é necessário ensiná-los a sê-lo? Eu discordo. Penso que as crianças são naturalmente curiosas e por isso não é preciso despertar nada. Apenas ouvir e responder. Ou devolver as perguntas. Mas para isso os adultos precisam dar ouvidos, com tempo e paciência, e oferecer de volta respostas que não concluam as perguntas, encerrando o assunto.

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