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Arquivo da categoria ‘Novas tecnologias’

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Ronaldo MotaRonaldo Mota
Chanceler do Grupo Estácio
http://reitoronline.ig.com.br
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Nas culturas primitivas, onde não havia ensinamentos formais ou escolas, todas as atividades poderiam ser vistas como processos de aprendizagem e de transmissão de cultura. À medida que as sociedades foram se tornando mais complexas, os conhecimentos a serem repassados de uma geração para outra se organizaram de forma sistemática em áreas do saber. Estas foram, progressivamente, ficando mais sofisticadas, exigindo da educação formal um nível diferenciado de institucionalização, envolvendo modelos de organização próprios com a presença de atores bem definidos.

As crianças e os jovens, como alunos, passaram, gradativamente, a ter acesso a uma educação que lhes permitia, via a escola e seus mestres, avançarem muito além da simples observação e da imitação genérica de adultos. No mundo ocidental, costuma-se adotar como paradigmas originais da instituição “escola” a Academia de Platão e o Liceu de Aristóteles, instituições inauguradas no século IV a.C. em Atenas na Grécia Antiga.

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Gabriel Mario Rodrigues2Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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Como lidar com desafios? Como enfrentar problemas inesperados para o qual não há explicações preestabelecidas? Precisamos adquirir habilidades para participar da construção do novo ou então viver dependentes. Não há respostas certas ou erradas, temos de aprender a solucionar problemas. (Seymour Papert)

Leo Buscaglia, ítalo-americano nascido em 1924, foi professor e escritor famoso por seus livros de autoajuda nos anos setenta. Ele conta como inovou na escola fundamental quando começou a ensinar. Não era professor de ditar aulas. Instigava os alunos a terem ideias para resolver os desafios que criava, adotando o tema do “supermercado” e tudo que nele acontecia.

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Eliziane Gorniak, diretora do Instituto Positivo
Mozart Neves Ramos, diretor de Articulação e Inovação do Instituto Ayrton Senna e Conselheiro do Instituto Positivo
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Uma das razões da não efetividade do Plano Nacional de Educação (PNE), quanto ao cumprimento das metas estabelecidas, é a dificuldade que o país tem de colocar em prática o regime de colaboração. O artigo 205 da Constituição Federal (CF) é muito claro quando afirma que para oferecer uma educação de qualidade é preciso trabalhar em colaboração. Quem melhor faz isso no Brasil é o estado do Ceará. Um dos frutos dessa colaboração entre o estado e os municípios é o exitoso programa de alfabetização das crianças cearenses.

E não é por falta de instrumento que estados e municípios brasileiros não conseguem colocar em prática o regime de colaboração. O Artigo 7º do PNE, em seu inciso 7º, ressalta a existência dos chamados Arranjos de Desenvolvimento da Educação (ADEs) como um instrumento que pode ser estratégico para colocá-lo em prática. É bem verdade que desde 2009 que experiências de ADEs vêm sendo observadas no país, muito mais como resultado da articulação da sociedade civil com os municípios do que em decorrência de uma ação articulada e induzida pelo Ministério da Educação, órgão que poderia coordenar nacionalmente tal iniciativa.

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