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Arquivo da categoria ‘Outros temas’

Antônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
Instagram: @prof.antoniooliveira

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Em O retorno do jovem príncipe, de A.G. Roemmers, à semelhança d’O pequeno príncipe, a conversa gira em torno de indagações, sendo a primeira delas:– O que é um problema? Faço uma pausa. Instintivamente, fecho meu Kindle. E eis que me ponho a pensar… E o problema é: O que é um problema?

Do grego, próblema, vocábulo proparoxítono, passando, pelo latim, a paroxítono, problema me parece ser uma questão que postula uma resposta ou uma dificuldade que requeira uma solução.

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Arnaldo Niskier
Jornalista e professor
Folha de S.Paulo, publicado em 23 de setembro de 2019
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Gostamos de competir sempre com a Argentina. Há um setor em que sofremos há muito tempo: o da ciência. O país vizinho tem a honra de contar com o Prêmio Nobel de Bernardo Houssay (Medicina, em 1947), o que jamais ocorreu ao Brasil.

Como se diz no esporte, batemos na trave algumas vezes, com Josué de Castro, o grande autor de “Geografia da Fome”, Jorge Amado e dom Hélder Câmara. Não contaram com a simpatia do governo brasileiro. Leia mais »

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Hannyni Mesquita
Pedagoga, especialista em Gestão das Organizações Educacionais e Educação Bilíngue
Coordenadora da Educação Infantil do Centro de Inovação Pedagógica Positivo, do Colégio Positivo
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Ao ouvirem especialistas afirmarem com propriedade que a Educação Infantil é a mais importante etapa do desenvolvimento de um indivíduo – mais até do que a universidade – muitas pessoas se mostram surpresas ou incrédulas. Quem trabalha com crianças nessa faixa etária – até os 6 anos – sabe que a afirmação não é exagerada. Essa é a fase de maior desenvolvimento humano. Durante a chamada primeiríssima infância, de 0 a 3 anos, se aprende mais do que se aprenderá ao longo de toda a vida. Para além do discurso de educadores, são os cientistas que afirmam: nos primeiros anos, o cérebro faz mais conexões do que em qualquer outro período da vida. São de 700 a 1.000 conexões por segundo. Aos 3 anos, ele é duas vezes mais ativo que o cérebro de um adulto. Pesquisas americanas realizadas com milhares de crianças mostram que alunos que tiveram uma boa Educação Infantil precisam de menos reforço escolar e apresentam melhor desempenho no Ensino Fundamental. Em outro estudo, cientistas de Harvard já apontaram que quanto mais a criança se desenvolve na escola nessa fase da vida, maiores são as chances de chegar ao Ensino Superior e ganhar bons salários, quando adulta.

As afirmações são importantes para reforçar que o ambiente no qual a criança cresce é fundamental para garantir seu pleno desenvolvimento – e não estamos falando apenas do cenário doméstico: o ambiente escolar também é determinante. As escolas que ofertam a Educação Infantil têm uma enorme responsabilidade com a humanidade, por isso saber o que fazer, por que fazer e como fazer é para profissionais – e exige muita formação continuada e acompanhamento direto de pessoas capacitadas para transformar a prática em objeto de reflexão para a melhoria contínua. É necessário que os profissionais entendam que o brincar é a linguagem da criança e que consigam transformá-lo em instrumento mediador no processo didático-pedagógico. Tal recurso é ferramenta indispensável no desenvolvimento qualitativo dos aspectos cognitivo, motor, afetivo, psicológico e social, e, portanto, necessita de valorização dentro das propostas educacionais.

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