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Arquivo da categoria ‘Educação Superior Particular’

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Gabriel Mario Rodrigues2

Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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“Sem uma Educação Superior e sem instituições de pesquisa adequadas, que formem a massa crítica de pessoas qualificadas e cultas, nenhum país pode assegurar um desenvolvimento endógeno genuíno e sustentável, nem reduzir a disparidade que separa os países pobres e em desenvolvimento, dos países desenvolvidos. O compartilhar de conhecimento, a cooperação internacional e as novas tecnologias podem oferecer novas oportunidades para reduzir essa disparidade.”[1]

Pensar nos desafios que as instituições de educação superior vão enfrentar num mundo em transformação tem sido tema de vários seminários, congressos e discussões acadêmicas. Muitas ideias, muitos propósitos, mas poucos resultados efetivos.

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Aberto Costa
Senior Assessment Manager de Cambridge Assessment English, departamento da Universidade de Cambridge especializado em certificação internacional de língua inglesa e preparo de professores
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Nos meus dois artigos anteriores produzidos para a ABMES falei a respeito dos primeiros passos para a internacionalização da educação superior e também a respeito dos cases de fora do Brasil e quais lições poderíamos tirar a partir deles (os materiais estão disponíveis aqui e aqui). Agora é chegado o momento de voltarmos o olhar para nós e de falar a respeito do nosso país e das iniciativas que mais se destacam localmente nesse contexto.

Apesar de ser um movimento que cresce a passos lentos, o Brasil já tem alguns bons exemplos de processos bem sucedidos de internacionalização em suas universidades. Um estudo feito pelo British Council em 2018 apontou que, das 84 universidades entrevistadas, 86% delas declarou uma oferta existente de cursos, programas ou atividades adicionais oferecidas em inglês ou ao menos um plano claro de implementação para o segundo semestre de 2018 ou primeiro semestre de 2019. Esses dados mostram um crescimento expressivo ao ser comparado com os resultados de 2016, quando apenas 50% das instituições ouvidas para o mesmo levantamento indicaram ter qualquer tipo de oferta relacionada à internacionalização.

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Ernandes Rodrigues do Nascimento[1]
Karla Karina de Oliveira[2]
Luciana Correia Barbosa[3]
Thyago Douglas Mendes de Almeida[4]
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Nas últimas décadas, as tecnologias digitais de informação e comunicação (TDIC) evoluíram o suficiente para criar uma ruptura social, política, cultural, econômica, etc. Os recursos digitais se tornaram mais potentes e menores em tamanhos, tais como os smartphones; a internet se tornou móvel e de alta velocidade; os jogos eletrônicos se reinventaram; a produção de imagens e vídeos deixou de ser apenas um produto de profissionais e virou uma atividade rotineira da população.

Essas mudanças impactaram em todas as áreas profissionais, inclusive na educação. A maneira de se estudar e aprender mudou, como já dizia Paulo Freire (1974), o aluno não é um ser passivo, mas construtor da sua própria aprendizagem, precisando tão somente de incentivo para desenvolver a sua autonomia. Ao mesmo tempo, Freire (1974) também descreve o papel do professor, o qual deixa de ser o detentor do conhecimento e se torna um guia, um tutor, o qual orientará o estudante em sua jornada.

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