Arquivo da categoria ‘Educação Superior Particular’

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Gabriel Mario Rodrigues2

Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES ***

A BNCC levou quatro anos para ser elaborada, passou por seis ministros do MEC. Teve 3 versões, foram 27 seminários estaduais, com 9.275 participantes e consulta pública com mais de 12 milhões de contribuições. (Fonte: politize.com.br)

Na semana passada, enviei ao amigo Geraldo Cruz um vídeo que está rolando na internet de palestra do Prof. Pierluigi Piazzi (1943- 2015). Ele foi excelente professor de Física do Anglo, exímio palestrante, de eloquência extraordinária, e deu aulas a mais de 100 mil alunos. Dizia que “professores não são educadores e que essa é tarefa do pai e mãe porque educação é aquilo que se recebe em casa e não na escola”.

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Simon Schwartman
Sociólogo, membro da Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior (Conaes)
O Estado de S.Paulo, publicado em 12 de abril de 2019

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As preocupações ideológicas que marcaram a gestão de Vélez Rodríguez e aparentemente continuarão na agenda do novo ministro nem de longe refletem as questões que o Ministério da Educação, com um orçamento de R$ 123 bilhões e 450 mil funcionários em 2018, precisa enfrentar. Além de administrar uma rede própria com mais de cem instituições e 1,3 milhão de estudantes, o ministério é responsável por autorizar, avaliar e cuidar do desempenho dos estudantes e de todas as instituições de ensino superior federais e privadas, desenvolver os parâmetros curriculares de todos cursos de todos os níveis, manter em dia as estatísticas educacionais, administrar o crédito educativo e uma longa lista de programas como Proinfância, Dinheiro Direto nas Escolas, Livro Didático, Brasil Profissionalizado, Transporte Escolar e tantos outros.

Temas associados a valores e costumes algumas vezes surgem em alguns exames ou currículos, são questionados e repercutem na imprensa. Existem também controvérsias importantes sobre métodos de ensino, usos de novas tecnologias e modelos de organização do sistema escolar. São discussões que têm seu lugar, mas não deveriam distrair-nos da questão fundamental: o Brasil está gastando bem os 6% do produto interno bruto (PIB) que destina à educação? As pessoas estão aprendendo a ler, escrever e contar como deveriam? Sabemos que não, o que leva a indagar: o Ministério da Educação, com seus atuais formato e estrutura, é o melhor instrumento para mudar a situação, bastando, para isso, encontrar um bom ministro e uma equipe certa? Ou será que é necessário repensar de maneira profunda e ousada o papel do ministério e buscar alternativas?

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Sólon Hormidas Caldas
Diretor Executivo da ABMES – Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior
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O corte de recursos e as reestruturações feitas pelo governo federal no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), associadas à escassez de empregos e ao aprofundamento da crise econômica que assola o país desde 2014, impactaram diretamente nas políticas públicas de financiamento do ensino superior no Brasil. O resultado desta combinação foi a menor taxa de contratação do Fies desde 2010, quando o programa adotou o modelo atual.

Segundo levantamento da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), apesar da promessa de incluir 310 mil novos alunos em 2018, apenas 81 mil contratos foram efetivados, ou seja, pouco mais de 26% da meta. Nem as 100 mil vagas na modalidade governamental, com juro zero, foram preenchidas devido ao alto grau de exigências das atuais regras.

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