Arquivo da categoria ‘Política’

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Ronaldo Mota
Membro do Colegiado da Presidência da ABMES
Chanceler do Grupo Estácio
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Graças à educação, bem como à ciência e tecnologia que dela decorrem, a civilização humana vive, em termos comparativos, seus melhores dias. Seja pela inédita qualidade de vida, mensurada pelo acesso a serviços e produtos, seja desfrutando de mais saúde e, em tese, maior potencial de atingimento de felicidade do que tínhamos no passado. Durante milênios, a expectativa de vida permaneceu estabilizada em torno de 40 anos. No século XX, ultrapassamos os 70 anos e continuamos, neste século, a avançar significativamente. A busca pela razão, guiada pelo conhecimento, tem assegurado um desenvolvimento acessível a uma parcela cada vez maior da população mundial.

A democracia, em que pesem suas fragilidades, é o que dispomos, contemporaneamente, de mais avançado e justo socialmente. A Constituição Federal traz no seu Art. 1o, Parágrafo único, o que segue: “Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição”.

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Gabriel Mario Rodrigues2Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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Um dos mitos que são ditos sobre a educação no Brasil é o de que no passado ela era muito melhor. Na verdade, era para poucos. (Daniel de Barros, autor de “País Mal Educado”)

A Editora Abril publicou neste mês de setembro uma edição especial da Revista Exame com o título de capa “APRENDA, BRASIL” e o lide muito atraente “A má qualidade da educação é um dos maiores obstáculos para o desenvolvimento do país – mas tem solução. Bons exemplos daqui e de fora mostram o que fazer para superar a deficiência.”

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Janguiê Diniz
Diretor presidente da ABMES
Mestre e Doutor em Direito

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
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As eleições se aproximam e, em 2018, ganham contornos diferentes dos últimos pleitos. Desta vez, o processo está muito mais polarizado. Parece que o Brasil se divide entre esquerda e direita, coxinhas e mortadelas. Essa polarização tem levado a um “ufanismo eleitoral” assustador. Quase não se debate mais política; ao contrário, o que acontece são verdadeiros bate-bocas, discussões acaloradas, xingamentos mútuos. Aparentemente, a situação está mais desrespeitosa do que as brigas de torcidas esportivas.

Se antes política era um assunto saudável de ser debatido, hoje pode até virar caso de polícia. Não se aceita mais o contraditório, a opinião divergente. Parece que, se eu não penso igual a você, nunca nos entenderemos e seremos eternamente rivais. Como se não fôssemos capazes de entender o ponto de vista do outro ou mesmo mudar de ideia. Leia mais »

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