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O Globo (Editorial) – 13/07/2010
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O número de brasileiros em idade escolar deverá diminuir gradualmente nos próximos anos, em decorrência da mudança do perfil demográfico do país. A queda na taxa de fecundidade faz com que a média de filhos por mulheres em idade fértil (estatisticamente, de 13 a 45 anos) já tenha se reduzido para menos de dois, segundo algumas projeções que precisarão ser confirmados no Censo Populacional que o IBGE promoverá este ano, já a partir do mês que vem.

Mas, se por um lado a redução do número de crianças e adolescentes facilita o investimento na qualidade do ensino básico, por outro a tendência é que a demanda cresça expressivamente nos cursos profissionalizantes e superiores.

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Valmor Bolan

Valmor Bolan

Este artigo pergunta se o Lula vai conseguir o objetivo que busca ou foi simplesmente ludibriado pelos espertos iranianos.

Prof. Dr. Valmor Bolan*

Na semana passada, falamos sobre a obsessão de Lula em se tornar agora estrela internacional, preparando sua campanha para ser Secretário-Geral da ONU. Analisando bem os fatos, começamos a perceber bem porquê Lula “largou mão” da proposta do terceiro mandato, pois havia uma possibilidade dele querer repetir no Brasil o que Chavez fez na Venezuela. Mudar a Constituição para garantir-lhe a reeleição, com os índices de popularidade que vêm conquistando (ao menos na mídia, com o apoio de um mídia cada vez mais submissa, menos crítica), não seria muito difícil obter a emenda constitucional que lhe permitisse participar de nova eleição. Mas a idéia do terceiro mandato pode ter sido deixada para lá, por uma oferta muito maior, a de um posto internacional, para continuar cumprindo a cartilha de Brzezinski, favorecendo assim a lógica de poder da nova ordem mundial. Para isso, Lula tem demonstrado ser capaz de qualquer coisa, mesmo de pactos faustianos, como agora com o Irã, com conseqüências ainda muito imprevisíveis no cenário global.

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Prof. Antonio Luiz Mendes de Almeida
FD 464 10

O inquilino do planalto prossegue ironizando a justiça, declarando: ”não podemos ficar subordinados ao que um juiz diz que podemos ou não fazer”. Traduzindo, quer dizer que a democracia é ruim, que só poderia existir o poder executivo (minúsculo, no caso de seu ocupante) e a Constituição de nada serve e não deve ser respeitada. É um belo exemplo por parte de quem não respeita as fronteiras e limites institucionais que lhe são impostos em função do cargo que ocupa. Lamentável, mas não surpreende, vindo de quem vem, esperar o quê? Por seu turno, a sua marionete virgem (jamais disputou uma eleição), uma vez solta, diz bobagens, se atrapalha, evidenciando que não pode deixar de ser monitorada e tutelada a todo instante sob pena de causar um enorme estrago nas alianças pretendidas. Um pouco antes de o café ser servido frio, o governo, a exemplo do Senado, está repleto de suplentes, os secretários desconhecidos elevados, por nove meses, à condição de ministros, ilustres desconhecidos que se regalam com o brinde no trajeto para o fim da festa. Leia mais »

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