Arquivo da categoria ‘Política’

Herman Jacobus Cornelis Voorwald
Folha de S.Paulo – Opinão, publicado em 21 de outubro de 2010
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Os dois candidatos deveriam considerar que o desafio de ampliar o acesso ao ensino superior não deve ofuscar o da geração de conhecimento

A poucos dias de o Brasil eleger o futuro presidente da República, os candidatos que concorrem no segundo turno abordaram o tema da educação superior, limitando-o, porém, à inclusão social e à formação de recursos humanos qualificados para o mercado de trabalho.

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Prof. Dr. Valmor Bolan
Doutor em Sociologia, Diretor da Universidade Corporativa Anhanguera e de Relações Institucionais da Anhanguera e Reitor do UNIA
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No próximo dia 31 de outubro, o povo brasileiro deve voltar às urnas para escolher o Presidente da República. São dois candidatos com dois projetos de Brasil, a primeira proposta claramente ideológica de esquerda, visando implantar, aos poucos, no Brasil, o socialismo, conforme explicitado no PNDH3. O segundo, com experiência administrativa mais consolidada. Não são relevantes as diferenças de caráter macroeconômico e social entre os candidatos e seus respectivos Partidos. Relevantes sim são as posições de ambos e de seus Partidos em torno da defesa da vida, sobretudo em matéria de legalização do aborto, descriminalização da droga e casamento de homossexuais.

Enquanto no primeiro turno a campanha ficou morna, com um debate que não empolgou diluído ainda com o cacarerismo de candidaturas hilárias, como a do palhaço Tiririca, eleito como uma deficiência do sistema democrático brasileiro, que urge uma reforma política para evitar excrescências; no segundo turno temos a oportunidade de melhor conhecer os dois candidatos e fazer uma escolha com mais discernimento.

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João Batista Araujo e Oliveira
Presidente do Instituto Alfa e Beto
Brasil Econômico, publicado em 14 de outubro de 2010
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Cada ano de escolaridade adicional vale muito mais para o cidadão do que o contracheque do Bolsa Família. Os candidatos José Serra e Dilma Rousseff devem se esforçar para convencer os eleitores de que a melhor política social é a educação de qualidade, aliada a uma sólida política econômica geradora de empregos qualificados. Se o país não entender isso, perderá postos de trabalho para os estrangeiros melhor preparados – o que já começa a ocorrer pelo descompasso entre a demanda do mercado profissional e o nível da educação da maioria dos brasileiros. As evidências sobre o retorno econômico da educação são abundantes. Cada ciclo de estudos concluído impacta positivamente de 30% a 100% a renda média das pessoas. Nos dois primeiros níveis, fundamental e médio, a qualidade não influi tanto no salário médio. Mas é a partir do ensino superior que os benefícios da educação de qualidade são mais sensíveis ao bolso.

Essa é uma grande jornada. No seu início, é preciso ir além do acesso e assegurar a igualdade de sucesso, o que se consegue com vigorosas políticas de primeira infância. Só creches não bastam, são necessárias ainda condicionalidades associadas ao Bolsa Família e muito mais. Há políticas eficazes e exemplos vitoriosos no Brasil e nos países desenvolvidos.

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