Arquivo da categoria ‘Política’

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Janguiê Diniz2016Janguiê Diniz
Diretor presidente da ABMES
Secretário executivo do Fórum das Entidades Representativas do Ensino Superior Particular

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
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No dia 08 de março comemora-se o Dia Internacional da Mulher. A data foi escolhida como marco das reivindicações das mulheres por melhores condições de trabalho e dos direitos sociais e políticos. De fato, muita coisa mudou desde então, mas, as mulheres ainda estão longe de dizer que há igualdade entre os sexos.

Há inúmeros desafios para atingirmos a igualdade entre homens e mulheres. Na política, por exemplo, a maioria dos cargos é ocupado apenas  por homens. Nas eleições municipais de 2016, o percentual geral de mulheres que disputaram  cargos eletivos chegou a ultrapassar 30%. Isso significa dizer que a cada 10 candidatos que disputaram as eleições em 2016, apenas 3 eram  mulheres.
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Gabriel Mario Rodrigues2Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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“A solidão humana aumentará em proporção direta ao avanço das formas de comunicação”. (Werner Harzog- Cineasta)

Mark Elliot Zuckerberg[i] tem lá seus motivos e razões para pretender vaticinar, predizer e falar sobre as relações humanas num mundo futuro. Como ele é a própria personificação de bits e bytes, sua intimidade com a tecnologia lhe dá uma “áurea” para profecias e predições. Afinal de contas, sua empresa pode conhecer o que pensam, o que fazem e o que almejam os hominídeos e as expectativas de cada um, para alcançar a felicidade que todos procuram.

Há os profetas da maldição humana, mas há os que preveem o aperfeiçoamento da humanidade, embora sempre com mais palavras do que ações. Afinal, profeta não é feitor.

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Ronaldo MotaRonaldo Mota
Reitor da Universidade Estácio de Sá e Diretor Executivo de Educação a Distância da Estácio
http://reitoronline.ig.com.br
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Nós brasileiros cultivamos o inadequado hábito de debitar aos portugueses todas as nossas deficiências e fragilidades. Talvez seja parcialmente justo no que diz respeito à deliberada não prioridade (às vezes, proibição mesmo) à educação na colônia. Comportamento que após a independência e a implantação da República no Brasil pouco foi alterado, gerando a precariedade que lidamos hoje em nosso sistema educacional. Porém, salvo esse item (por mais relevante que ele seja), nos demais aspectos o nascimento deste Brasil teve o privilégio do contato com conquistadores que estavam no auge daquilo que viria a ser o primeiro império global. Se nos restou pouco disso, tampouco podemos culpar Portugal de hoje que também herdou bem menos do que merecia das audácias e competências daqueles fabulosos conquistadores dos séculos XV e XVI.

Há uma bela obra “Conquistadores: como Portugal forjou o primeiro império global”, de Roger Crowley, que elucida a epopeia portuguesa daquele período. A obra abre com maravilhosa citação de Fernando Pessoa: “O mar com limites pode ser grego ou romano; o mar sem fim é português”.

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