Arquivo da categoria ‘Política’

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Gabriel Mario Rodrigues2Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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O impossível não existe. A abertura da Paraolimpíada do Rio foi uma celebração da mistura de assombrosa agilidade com férrea determinação que constrói atletas excepcionais.(Lizia Bydlowski – Revista Veja)

As paralimpíadas nasceram com os mutilados de Segunda Guerra Mundial para incutir na sociedade que eles poderiam mostrar, pela disputa esportiva, que haviam se recuperado dos problemas psíquicos e físicos herdados nas batalhas. O certame progrediu de tal forma que tornou-se evento mundial realizado a cada quatro anos com participação de deficientes de todos os gêneros.

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Janguiê Diniz2016Janguiê Diniz
Diretor presidente da ABMES
Reitor da UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
janguie@sereducacional.com
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Em uma promessa de campanha, o primeiro ministro do Reino Unido, David Cameron, garantiu a realização de um referendo consultando a população sobre a vontade de permanecer, ou não, na União Europeia por acreditar que a resposta seria positiva. O problema é que existia uma insatisfação por parte da população em torno de condições exigidas para permanecer como membro do bloco.

O resultado da decisão foi um pedido de desfiliação do Reino Unido da União Europeia (UE). A continuidade do processo depende do Conselho Europeu, que pedirá a Comissão Europeia para negociar o acordo de saída e que, para ser concretizada de fato, precisa do aval unânime dos 27 países integrantes do bloco. Isso pode durar ao menos 2 anos. Além de consequências nacionais, a decisão pode afetar no mundo todo as esferas política, econômica e social.

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mozartMozart Neves Ramos
Diretor do Instituto Ayrton Senna
Correio Braziliense, publicado em 9 de julho de 2016

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Não há como avançar nas políticas públicas, na escala em que o país necessita, sem recuperar a economia e a estabilidade política. Os estados e municípios, em sua larga maioria, estão literalmente “quebrados”. A situação mais grave é a do Estado do Rio de Janeiro. E chegamos aonde chegamos graças aos maus brasileiros, que usurparam e saquearam o país. Enquanto o Judiciário faz sua parte, precisamos agora ajudar o país a se reerguer. Fazer as reformas necessárias e trazer de volta a confiança dos investidores. A queda do Produto Interno Bruto (PIB) e a correspondente redução de recursos para investimentos no campo social, em especial educação, saúde e segurança pública, vão exigir que os gestores dessas áreas façam as escolhas certas e estabeleçam como nunca o que é prioritário e essencial.

As chances de sucesso podem ser ampliadas se tais decisões forem construídas de forma articulada com a sociedade, buscando parcerias e sinergias. Na área da educação, isso significa colocar em prática o regime de colaboração não só entre as três esferas de governo (federal, estadual e municipal), mas identificar instituições que eventualmente já venham contribuindo para melhorar a educação pública brasileira. Esse alinhamento pode fazer uma enorme diferença, não só na perspectiva da ampliação de recursos, mas também fortalecer a participação social, colocando em prática a Constituição Brasileira. Leia mais »

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