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Arquivo da categoria ‘Qualidade de ensino’

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Ademar Batista Pereira
Presidente da Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep)
Publicado na Gazeta do Povo em 20 de janeiro de 2018
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Segundo notícia recente, dados do governo mostram que, de 2010 pra cá, quase metade dos estudantes universitários não conclui o curso iniciado. Nas faculdades públicas, a média de evasão é de 40% e nas particulares, o porcentual é de aproximadamente 50%. Dentre as principais causas apontadas está a falta de vocação em relação à área de estudo escolhida e o pouco preparo do aluno, ainda no ensino médio. Uma outra parcela desiste por motivações financeiras, em especial nas faculdades particulares. Ou seja, os estudantes desistem porque não conseguem arcar com os custos.

Entretanto, estes dados não são novidade, para não dizer que sempre foi assim no Brasil! Temos esses mesmos indicadores há mais de 20 anos, ou pelo menos desde a ampliação do acesso à educação superior. Somente não era assim quando o ensino superior no Brasil era para muito poucos, então o abandono era menor.

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Ronaldo Mota
Membro do Colegiado da Presidência da ABMES
Chanceler do Grupo Estácio
Palestrante convidado da Hoper Educação
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Analítica da Aprendizagem (em inglês, “Learning Analytics”) é a metodologia que permite que os educadores possam tomar decisões levando em conta análises sistemáticas e elaboradas de dados dos educandos e dos contextos educacionais nos quais a aprendizagem se desenvolve. A partir da análise dos dados acerca de quanto e de como os alunos estão aprendendo, é possível uma percepção mais apurada das realidades educacionais. Tais procedimentos viabilizam que desenhos educacionais adequados (em inglês, “Learning Designs”) possam ser propostos, bem como estratégias e trilhas de aprendizagem diversas sejam implementadas. Ao mesmo tempo, esta metodologia colabora na seleção de quais recursos, inclusive tecnológicos e modos de entrega de conteúdos, são os mais adequados para cada contexto e, no limite, para cada educando.

Na verdade, os professores no ensino tradicional utilizam de forma corriqueira dados nos processos de ensino. Porém, o fazem, em geral, em uma versão limitada e preliminar, precursora daquilo que hoje denominamos Analítica de Aprendizagem. Por exemplo, notas finais, resultante de alguns poucos produtos, têm consequências relevantes, tais como aprovar ou não os alunos. Excepcionalmente, docentes mais dedicados conseguem, fruto de suas sensibilidades, perceber peculiaridades de uma turma de estudantes, identificar carências típicas e alterar procedimentos, porém, são casos raros e em pequena escala. Em geral, os dados disponíveis, alguns rendimentos acadêmicos dos alunos, são insuficientes para motivar e orientar mudanças de percursos educacionais. Leia mais »

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João Batista Araujo e Oliveira
Presidente do Instituto Alfa e Beto
Publicado no Estadão em 17 de abril de 2018

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A educação nunca foi e possivelmente tampouco será tema importante ou decisivo na próxima campanha presidencial. Mas essa pode ser uma oportunidade para se iniciar um debate qualificado sobre o tema.

Há três grandes conjuntos de questões que devem ser considerados na pauta dos candidatos. O primeiro refere-se ao paradoxo da enorme expansão da oferta de vagas nas escolas – e do aumento da taxa de escolaridade da população nos últimos 30 anos – e seu efeito nulo na produtividade. Mas não bastará reconhecer que a educação não está contribuindo para aumentar a produtividade do País. Os candidatos, independentemente de seus partidos, precisam reconhecer que as políticas educacionais dos últimos 30 anos – e o fato de os recursos per capita terem mais que dobrado no período – pouco ou nada contribuíram para melhorar esse impacto.

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