Arquivo da categoria ‘Qualidade de ensino’

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Matheus Gorovitz*
Professor de estética e história da arte da UnB
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Este texto discorre sobre a educação do olhar para poder legitimar o ajuizamento do belo como expressão da totalidade humana. Corrobora com a convicção de que a formação do cidadão, do artista e do indivíduo emancipado é interdependente. Visa a instrumentar o estudante a identificar a beleza como expressão de autonomia, fator que distingue a condição propriamente humana – poder determinar o modo de existência. Servirão de lastro conceitual para embasar tal hipótese as seguintes categorias: julgamento de gosto, totalidade, belo, identidade e diferença.

Julgamento de gosto

No reconhecimento do belo pelo juízo estético, o sujeito vivencia a condição de possibilidade de ser emancipado. O ajuizamento de gosto é livre porque não coagido por fatores pré-determinados: os de ordem conceitual, os utilitários, os sedimentados pela tradição, ou ainda os que, ao aprazerem os sentidos na sensação pela agradabilidade, motivam o sujeito a invocar o belo para expressar sua emoção espontânea e natural – a sensibilidade inata. “Que bela rosa” exemplifica o uso prosaico da estética, e o distingue do uso poético, cuja condição de possibilidade do ajuizamento pressupõe necessariamente a presença da obra de arte.

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José Manuel Moran *
Folha Dirigida – Educação a Distância
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A educação a distância está modificando todas as formas de ensino e aprendizagem, inclusive as presenciais, que utilizarão cada vez mais metodologias semi-presenciais, flexibilizando a necessidade de presença física, reorganizando os espaços e tempos, as mídias, as linguagens e os processos. EAD tem significados muito variados, que respondem a concepções e necessidades distintas.

Podemos avançar muito na personalização das propostas, mais abertas, com forte aprendizagem colaborativa, em redes flexíveis e respeito ao caminho de cada um. Na EAD o aluno poderia ter seu orientador, como acontece na pós-graduação. Esse orientador seria o principal interlocutor responsável pelo percurso do aluno, com ele definiria as disciplinas mais adequadas, as atividades mais pertinentes, os projetos mais relevantes. Teremos cursos mais síncronos e outros mais assíncronos, alguns com muita interação e outros com roteiros predeterminados, uns com mais momentos presenciais enquanto que outros acontecem na WEB. Essa flexibilidade de processos e modelos é fundamental para avançar mais, para adequar-nos às inúmeras possibilidades e necessidades de formação contínua de todos.

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Silvio Tendler*
Professor da PUC – Rio, Cineasta e Historiador.
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A cultura nacional no mundo globalizado – o papel da arte e da educação no século XXI ou o lugar do saci-pererê e da Índia Potira no mundo de Harry Potter

“Utopia,” “barbárie” e “desenvolvimento sustentável” são expressões pronunciadas nos dias de hoje com reiterada frequência.

Barbárie como sinônimo de fatos vividos. Utopia, não como projeto inatingível, mas como sonho possível, desejo. Desenvolvimento sustentável como construção, possibilidade de conciliar consumo e natureza.

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