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Arquivo da categoria ‘Qualidade de ensino’

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Janguiê Diniz
Vice-presidente da ABMES
Mestre e Doutor em Direito

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
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Que o sistema prisional e socioeducativo brasileiro está longe de ser bom, disso ninguém duvida. Nossa realidade é de prisões mal-cuidadas, com superlotação e sem nenhuma estrutura que possibilite a real ressocialização do detento ou o desenvolvimento de ações socioeducativas com os adolescentes apreendidos. Como resultado, temos apenas “depósitos de gente” que, em vez de cumprir o papel que lhes era devido, acabam por atuar totalmente na contramão.

Segundo o World Prison Brief (WPB), o Brasil tem a terceira maior população carcerária em número absoluto do mundo, com 714 mil detentos (dados de 2019), atrás apenas de China e Estados Unidos. Claro que somos um país gigante e, como tal, é esperado que se tenha mais presos, mas, ao mesmo tempo, essa população só faz aumentar e não se vê esforços do poder público para agir em contrário. Pensa-se em endurecer as leis, aumentar as penas, até em construir mais presídios, mas não se pensa no que fazer com os indivíduos enquanto estão privados de liberdade. Jogados nas prisões desaparelhadas, eles não têm a oportunidade de mudar de vida e saírem de lá pessoas melhores e de fato arrependidas de seus erros. Como é comum se dizer, prisões no Brasil são “escolas de crime”, que só marginalizam ainda mais seus ocupantes.

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Gabriel Mario Rodrigues2

Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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“Sem uma Educação Superior e sem instituições de pesquisa adequadas, que formem a massa crítica de pessoas qualificadas e cultas, nenhum país pode assegurar um desenvolvimento endógeno genuíno e sustentável, nem reduzir a disparidade que separa os países pobres e em desenvolvimento, dos países desenvolvidos. O compartilhar de conhecimento, a cooperação internacional e as novas tecnologias podem oferecer novas oportunidades para reduzir essa disparidade.”[1]

Pensar nos desafios que as instituições de educação superior vão enfrentar num mundo em transformação tem sido tema de vários seminários, congressos e discussões acadêmicas. Muitas ideias, muitos propósitos, mas poucos resultados efetivos.

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Ernandes Rodrigues do Nascimento[1]
Karla Karina de Oliveira[2]
Luciana Correia Barbosa[3]
Thyago Douglas Mendes de Almeida[4]
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Nas últimas décadas, as tecnologias digitais de informação e comunicação (TDIC) evoluíram o suficiente para criar uma ruptura social, política, cultural, econômica, etc. Os recursos digitais se tornaram mais potentes e menores em tamanhos, tais como os smartphones; a internet se tornou móvel e de alta velocidade; os jogos eletrônicos se reinventaram; a produção de imagens e vídeos deixou de ser apenas um produto de profissionais e virou uma atividade rotineira da população.

Essas mudanças impactaram em todas as áreas profissionais, inclusive na educação. A maneira de se estudar e aprender mudou, como já dizia Paulo Freire (1974), o aluno não é um ser passivo, mas construtor da sua própria aprendizagem, precisando tão somente de incentivo para desenvolver a sua autonomia. Ao mesmo tempo, Freire (1974) também descreve o papel do professor, o qual deixa de ser o detentor do conhecimento e se torna um guia, um tutor, o qual orientará o estudante em sua jornada.

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