Arquivo da categoria ‘Sem categoria’

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Gabriel Mario Rodrigues2

Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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“O mais importante será repensar o papel e a função da educação escolar (dos cursos de graduação no ensino superior): seu foco, sua finalidade, seus valores. A tecnologia será importante, mas principalmente porque nos forçará a fazer coisas novas, e não porque permitirá que façamos melhor as coisas velhas.” (Peter Drucker- 1998)

Semana passada comemoramos o Dia do Professor com a indisfarçável sensação de que tudo continua igual, como no “quartel de Abrantes”. Para não pensar sempre em críticas e na percepção da falta de plano consistente para desenvolver o ensino público baseado na preparação de bons professores e acreditar que isto é possível, basta analisar o caso de sucesso do que está acontecendo na cidade de Sobral, no Ceará, que teve desempenho incrível em seus índices de Desenvolvimento da Educação básica (Ideb). De 4 pontos, a cidade passou para 9,1 em 10 anos. Não é preciso muita explicação, porque a receita do sucesso da educação no futuro repousa, exclusivamente, no bom professor.

Os elogios são poucos, mas as críticas bem profundas. A própria categoria, entre desestimulada e desesperançada, com o pouco caso que faz crescer o desrespeito e a desconsideração nos três níveis educacionais, hesita em assumir uma educação continuada para se preparar frente aos desafios das modernas metodologias, a inserção madura no mundo digital, a adoção de novas tecnologias, hoje já empregadas em larga escala, em todo o mundo, como motivantes de uma proposta de ensino-aprendizagem que envolve um universo, que vai além da sala de aula.

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Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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“O magistério é uma carreira pouco atrativa (…). O primeiro ponto é que é uma carreira mal paga, estressante e de baixo prestígio social. Aqui começa o desafio. O segundo ponto diz respeito ao domínio técnico da área. (…) A última questão é como reestruturar a concepção da escola para um mundo novo, líquido, com jovens que não podem mais ser inseridos em uma estrutura antiga de transmissão de conhecimento. O drama? Nós, professores, eu inclusive, não sabemos como reagir diante do desafio atual.” (Leandro Karnal)

Terça feira passada (8/10) estava eu voltando de Brasília e sentou-se ao meu lado um casal com um menino de não mais de um ano de idade, ele se revezava na viagem abraçado aos pais. Ao ameaçar chorar, o pai retirava-o da mãe e com o filho no colo, compartilhava desenhos de seu iphone e brincavam alegremente. O que nos fez pensar, com todos os avanços da tecnologia e inteligência artificial, como se desenvolverá a universidade nos próximos vinte anos.

Coincidentemente, dois dias após o ocorrido o jornal Valor Econômico publicou excelente reportagem da jornalista Stela Campos sobre a Conferência EnlightED. Organizado pela Universidade IE e pelas Fundações Telefônica e Santillhana, que teve como tema “Reinventando a educação em um mundo digital”.

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Aberto Costa
Senior Assessment Manager de Cambridge Assessment English, departamento da Universidade de Cambridge especializado em certificação internacional de língua inglesa e preparo de professores
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Apesar de ser um movimento muito inicial no Brasil, a internacionalização já não é mais uma novidade para países que têm o inglês como a língua mãe. Justamente pela facilidade de comunicação – já que utilizam um dos idiomas mais falados no mundo como oficial – e também por conta do alto investimento em educação (além da alta procura por alunos estrangeiros), países como Estados Unidos, Canadá, Reino Unido e Austrália, por exemplo, aderiram à tendência dos programas internacionais há bastante tempo e, como consequência, contam com mais experiência em acolher e integrar estudantes de todos os lugares do mundo, assim como no envio de alunos e professores para intercâmbios ou ainda na promoção da cooperação acadêmica. É muito comum que recebam pesquisadores de países de ponta para agregar na qualidade do ensino e no troca não apenas de conhecimento teórico, mas também de culturas.

A Coventry University, no Reino Unido, por exemplo, conseguiu unir o útil ao agradável em seu programa de internacionalização usando como fio condutor o mercado de trabalho e o interesse das empresas em alunos recém-formados. Os estudantes precisam de perspectivas para o futuro e as indústrias querem em sua equipe pessoas que pensem diferente e sejam capazes de desenvolver soluções criativas para seus problemas. A partir daí, a universidade conectou as extremidades e fez com que a parceria funcionasse em torno dos interesses em comum.

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