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Caroline LucasCaroline Lucas
Jornalista e assessora de comunicação da ABMES
caroline@abmes.org.br
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Um fenômeno do mundo moderno, as redes sociais chegaram e vieram para ficar. Elas são conhecidas por proporcionar a formação de comunidades online e promover a interação de seus participantes ou usuários em canais da web. Cada vez mais amplas, têm influenciado as novas gerações na maneira como se relacionam com outras pessoas, marcas e instituições.

Nesse universo virtual, o importante é interagir. Ao nosso redor, e em todos os lugares, é fácil encontrar pessoas conectadas ao computador, ao notebook, ao tablet ou aos smartphones, que por sua vez estão cada vez mais modernos e baratos, o que facilita a democratização no ambiente online.

No Brasil, segundo recente pesquisa encomendada pela Secretaria de Comunicação da Presidência da República, grande parte dos internautas dedica em média 96 horas mensais de sua atenção às redes sociais. Entre as principais finalidades, estão a disseminação de conteúdos e o compartilhamento mútuo de informações que podem, por meio de um movimento colaborativo, atender a muitos objetivos, inclusive os relacionados à educação do país.

A troca de experiências faz da internet um universo mágico, onde é possível a todo o momento aprender, conhecer e sonhar. Você sabe quantos de seus alunos possuem perfis no Facebook ou no Twitter? Já experimentou fazer uso dessas redes para disponibilizar materiais de apoio ou promover discussões online? Porque não investir boa parte do tempo que se gasta na rede para disseminar conteúdos de educação de forma colaborativa? A propagação, certamente, será muito maior.

Ao longo dos anos, a internet passou por uma grande mudança. Ela deixou de ser usada de forma linear, como cópia de TVs e jornais, e aprofundou a sua vocação de colaboração. Por exemplo, numa rápida viagem online, descobri uma jovem na Turquia que transforma casca de banana em plástico. Um adolescente do Colorado que criou um braço mecânico utilizando uma impressora 3D. Um americano, de 13 anos, que criou uma disposição de painéis solares para captação de energia solar, inspirado nas folhas das árvores. E o mais impressionante, a minha viagem não durou 40 minutos e eu sequer saí da cadeira.

De fato, todas essas pessoas, entre várias outras, estão fazendo coisas incríveis graças às informações disponíveis na internet. Nicholas Negroponte, reconhecido cientista americano, já em 1995, dizia que a informática não se baseia em computadores: “Ela tem a ver com vida das pessoas”.

Na comunicação institucional os feitos da internet também não deixam por menos. Cada vez mais instituições se adaptam a essa nova realidade, utilizando as redes sociais como ferramentas de comunicação profissional.

Tendo tudo isso como plano de fundo, e acompanhando a tendência mundial, a Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES) também está nas redes, com o objetivo de dar seguimento à evolução na forma de interação com seu público. Recentemente, a entidade criou sua própria fanpage no Facebook. Agora, além da atuação pelo site (www.abmes.org.br), blog (www.abmeseduca.com), canal de TV online (www.abmes.tv.br), canal no Youtube (www.youtube.com/ensinosuperior) e no Twitter (@redeABMES), os interessados em nossas ações e em assuntos de relevância para o ensino superior poderão ficar atualizados também através do nosso ‘Face’ (www.facebook.com/redeABMES).

Mantenha-se sempre informado! Curta, comente e compartilhe nossas mensagens. A ABMES quer interagir com você.

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Uma resposta para “Comunicação institucional também se faz nas redes sociais”

  • Graciele Oliveira says:

    Realmente, a internet é uma ferramenta que veio para democratizar o acesso à informação e também auxilia não só na divulgação de ações de empresas, mas também na difusão do conhecimento.

     

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