Print Friendly, PDF & Email

Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
***

D’A Chave de Sarah

Crianças de férias. Crianças indo a piquenique, brincando de esconde-esconde. Crianças felizes, mesmo que houvesse uma guerra e menos comida para comer do que o habitual, e mesmo que seus pais houvessem ido embora para lutar. Crianças felizes, amadas, tratadas com carinho. Sarah, judia, não podia imaginar tanta diferença entre ela, prisioneira da polícia francesa, ela e seus pais, por ordem dos nazistas, e aquelas crianças. Horrores do holocausto.

Da Rosa de Hiroshima

Pensem nas crianças, mudas, telepáticas, pensem nas meninas, cegas, inexatas, Mas oh! Não se esqueçam da rosa, da rosa, da rosa de Hiroshima.

Do Florão da América

Pensem nas crianças brasileiras, desassistidas, desnutridas, sem nenhuma assistência médica, escolar, alimentícia, cujas mães, criança no colo, têm que percorrer distâncias enormes para implorar uma consulta médica. Alô, alô, Brasília, estados e municípios!

“We are the world, we are the children”

Nós somos o mundo, nós somos as crianças, nós somos aqueles que deixam o dia mais brilhante, então vamos começar a doar. É verdade, nós faremos uma escolha, um dia melhor. Como Deus nos mostrou, ao transformar pedras em pão. Todos devemos dar uma mãozinha de ajuda. Nós somos o mundo, nós somos as crianças. Nós somos aqueles que deixam o dia mais brilhante, você e eu.

Do Evangelho

Traziam crianças para que Jesus as tocasse. E dele as afastavam os próprios discípulos, a fazerem o papel de seguranças. Jesus os advertiu: – Não as afasteis. Deixai vir a mim as criancinhas porque delas é o Reino dos Céus.

Dia da Criança

Dos santos inocentes também? Do silêncio dos inocentes? De quem é a culpa? Apesar desses pesares, feliz Dia da Criança! Mas é bom e salutar pensar também nas crianças abandonadas, infelizes. Nas crianças de rua e nas crianças filhas de imigrantes, pra variar, fugindo da estupidez das guerras, fruto de nossa desvairada imbecilidade.

Avaliar

Deixe uma resposta

Números do Ensino Superior
Categorias
Autores
Arquivos
Visitantes
wordpress analytics