Celso Niskier
Diretor presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES)
Reitor do Centro Universitário UniCarioca
***

Muito se fala, no mundo de hoje, sobre a importância da inteligência emocional na futura vida profissional do jovem estudante. É conhecida a máxima de que um profissional é contratado pelas suas habilidades técnicas, e é demitido pelas suas habilidades comportamentais, ou, no caso, a falta delas.

As empresas irão exigir cada vez mais uma proposta pedagógica inovadora e aderente às demandas do mercado de trabalho. Por essa razão, muitas instituições de educação superior (IES) já começaram a incluir em seus currículos as chamadas “soft skills”, ou habilidades socioemocionais.

O próximo Congresso Brasileiro da Educação Superior Particular, o CBESP, terá como tema o empreendedorismo, uma das competências que mais se deseja estimular no século XXI. O evento será realizado nos dias 28, 29 e 30 de maio de 2020, no Costão do Santinho, Florianópolis/SC. Será uma grande oportunidade de aprofundarmos as reflexões sobre o papel das IES na formação dos jovens com as competências e habilidades necessárias.

Essa preocupação com as habilidades socioemocionais está presente também na gestão da própria ABMES. Empresas e organizações que desejam mudar para melhor suas culturas devem investir nas competências comportamentais de seus colaboradores, incluindo a possibilidade oferecer cursos de meditação, a exemplo do que já vem sendo feito na Associação.

Lá, um recente curso de meditação mindfulness está sendo realizado com 15 colaboradores, todos muito motivados para aprender essa ferramenta de autoconhecimento, que possibilita mais foco, mais clareza mental e mais produtividade na vida pessoal e profissional.

Pessoas que lidam bem com as suas emoções são mais felizes, mais produtivas e contribuem melhor para o benefício de toda a sociedade. Os ganhos para o ambiente profissional são perceptíveis e, na perspectiva do mercado de trabalho, desenvolver essas competências torna-se indiscutível.

E sua instituição, tem desenvolvido a inteligência emocional de seus colaboradores? Esse é um passo importante para gerar as mudanças necessárias nas práticas acadêmicas. Quando todos trabalham juntos, os resultados são sempre mais positivos.

Avaliar

2 Respostas para “O desenvolvimento da inteligência emocional na formação e na prática”

  • Lidyane Lima says:

    Já passou da hora de olharmos para a meditação, para o autoconhecimento e para o desenvolvimento das habilidades socioemocionais como algo primordial para nossas vidas. As famílias, as escolas e as empresas precisam dar mais foco a essa preparação dos indivíduos. Assim teremos resultados melhores, pessoas mais felizes e muito mais saúde. A ABMES marcou mais um golaço despertando em nós essa consciência!

     
  • Edmilson Freitas says:

    No início achei que faríamos um curso de meditação. Mas de fato, mindfulness é muito mais que isso! Já tivemos duas aulas e estou cada vez mais impressionado com a qualidade e importância de trabalharmos essas habilidades no ambiente corporativo.

     

Deixe uma resposta

Números do Ensino Superior
Categorias
Autores
Arquivos
Visitantes
wordpress analytics