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Bárbara Oliveira
Administradora e assistente de comunicação na ABMES
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O período atual, em que a economia e a modernidade apontam para uma necessidade de reestruturação do mercado de trabalho, principalmente após a pandemia do novo coronavírus, que trouxe uma nova forma de desempenho de serviços entre empregadores e funcionários e a necessidade de utilizar novas tecnologias, impõe ao profissional a exigência de se reinventar e se adaptar cada vez mais às transformações tecnológicas e às tendências mercadológicas.

Onde tem transformação, é necessário ter renovação; e é aí que a casa cai! É neste momento que as pessoas costumam “travar”. Quando sua carreira não é algo que te faz crescer profissionalmente ou quando uma calamidade como a Covid-19 lhe tira do mercado de trabalho, isso lhe incita a pensar em uma recalibração de habilidades. Normalmente, a maioria das pessoas sentem dificuldade em aceitar que estão vivendo uma crise profissional e que precisam buscar conhecimento e novas competências, pois não estão acostumadas a mudanças.

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Fabio Carneiro
Professor de Física no Curso Positivo, em Curitiba/PR
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Nesse momento conturbado, o impacto nas escolas acabou distanciando os professores de seus alunos. Esse fato trouxe uma necessidade de adaptação por parte das instituições e a grande maioria delas seguiu o caminho óbvio: fez entrar em cena as aulas on-line. A verdade é que a pandemia foi um catalisador desse recurso, pois todos os profissionais da educação sabiam que, em algum momento, essa chave iria virar – e isso aconteceu mais rápido do que imaginavam. Mas será que esse modelo pode ser aplicado para crianças do Ensino Fundamental?

As crianças são muito atentas e, como dizem, são verdadeiras esponjas, absorvem muito do que os pais fazem. Posso afirmar que, nesse cenário, o exemplo não é uma forma de educar – e sim, a única existente para educar os filhos. Portanto, crianças atentas aliadas a bons exemplos, a educação acontece. Desde o momento em que os pais conversam ao telefone celular enquanto dirigem, discutem entre si usando palavras inapropriadas, chegam na escola e, com “pressa”, escolhem a fila dupla ou uma vaga não permitida para estacionar rapidinho, elas estão atentas. Percebem também aquele bom dia aos inspetores, a cordialidade em permitir a passagem de um pedestre e o apoio dado à professora com elogios.

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Alberto Costa
Senior Assessment Manager de Cambridge Assessment English, departamento da Universidade de Cambridge especializado em certificação internacional de língua inglesa e preparo de professores
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O processo de internacionalização sempre engloba mais que somente o aluno. É importante que todos os grupos da instituição estejam envolvidos na hora da implementação e manutenção do projeto e, claro, os professores não só não podem ficar de fora como são peças fundamentais.

Implementar a língua inglesa de maneira eficaz em um contexto de universidade implica o desenvolvimento profissional do corpo docente, tanto dos que atuam diretamente com o idioma, como dos especialistas em outras disciplinas que precisam ensinar por meio da língua estrangeira. E para que isso aconteça de forma organizada é necessário que haja suporte antes, durante e depois do projeto já implementado. Apesar de parecer uma tarefa complexa, essa ajuda não é tão difícil de implementar, veja abaixo algumas saídas: Leia mais »

 
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