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Daiana Martins
Full Stack Designer e coordenadora de TI da ABMES
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“Qualquer coisa que possa ser conectada, será conectada.” (J. Morgan)

A internet tem se mostrado um fator cada vez mais importante para a sociedade. É por meio dela que podemos trocar experiências com diversas culturas sem sair de casa, obter informações positivas e negativas sobre um determinado produto ou serviço antes mesmo de adquiri-lo, pedir comida sem sair do sofá ou ainda marcar e desmarcar uma consulta médica via celular, além de realizar transações bancárias. Tudo de maneira fácil e ágil.

Isso tudo é graças à Internet das Coisas (IoT), um ecossistema tecnológico onde diversos aparelhos físicos equipados com sensores e softwares estão interligados. Um conceito que nos deixa cada dia mais conectados e impacta significativamente o modo como vivemos, nos relacionamos e trabalhamos. A IoT está em praticamente tudo, como termômetros, pulseiras, celulares, geladeiras, tomadas, drones, máquinas de limpeza, elevadores, aviões e mísseis.

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Lucas Paglia
Sócio da P&B Compliance, advogado especialista em gerenciamento, mitigação e mapeamento de risco
Estadão, publicado em 1º de setembro de 2019

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A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) completou o primeiro aniversário no dia 14 de agosto. A partir de agora, temos mais 1 ano para a entrada em vigor de todos os artigos da Lei, que promete grandes alterações no 2019 Os impactos da LGPD nas instituições de ensino cenário econômico, cultural e jurídico nacional e internacional.

Sobram questionamentos sobre qual será o impacto real nas instituições e nas empresas. O que vai mudar e com o que devemos nos preocupar?

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Janguiê Diniz
Vice-presidente da ABMES
Mestre e Doutor em Direito

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
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Sempre escutamos que o Brasil é o país mais empreendedor do mundo. Por aqui, muitas pessoas se aventuram nessa seara, em negócios próprios. A maioria deles, no entanto, é do chamado empreendedorismo por necessidade, quando o indivíduo é levado a empreender por realmente precisar se manter – seja após uma demissão, ou qualquer outro tipo de dificuldade financeira. O empreendedorismo “de fato”, das pessoas que sonham em ter um empreendimento e fazem a ideia sair do papel não por necessidade, mas por um propósito, ainda pode ser muito mais forte, e há diversos entraves para que esse cenário se torne realidade.

Um deles, e talvez o maior, é a burocracia brasileira. Com todo o vai e vem de cartórios e repartições públicas, assinaturas, firmas reconhecidas, xeroxes e outras exigências, perde-se muito tempo para se formalizar um empreendimento. O que é um contrassenso, uma vez que a informatização poderia resolver todo esse processo muito mais rapidamente. É verdade que essa realidade tem apresentado melhoras, mas ainda há muito o que se fazer para facilitar a vida do pequeno empreendedor, que luta para transformar seu negócio em realidade e formalizar-se e cumprir suas obrigações legais.

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