Destaques
Patrocínio
Facebook
Print Friendly, PDF & Email

Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
***

A música transpõe, a bordo, oceanos e mares. Corta os ares de navegação doméstica e internacional.  Linguagem de comunicação internacional. Viaja-se com a Garota de Ipanema. As pessoas diferem, entre si, quanto à nacionalidade, preferências, tipo de cultura e desenvolvimento, nível de maturidade e autonomia, idioma, traços de personalidade. Muito há em comum. Com a internet, as distâncias se encurtam. No plano da linguagem musical, com mais facilidade ainda, pois não há a barreira do idioma. Músicas de qualidade não envelhecem.

Alguns ritmos são tocados no mundo inteiro. Canções africanas e de outras nacionalidades se fazem acompanhar de vibrantes danças. No Brasil, “quem não gosta de samba bom sujeito não é. É ruim da cabeça ou doente do pé”. “Atrás do trio elétrico só não vai quem já morreu.” Os argentinos se destacam pelo tango. A Colômbia é conhecida como terra de inúmeros ritmos. Norte-americanos adoram rock e blues music (B.B. King), jazz (Armstrong). Kicker é uma dança típica texana. O funk é de origem norte-americana. Os italianos cultivam suas tarantelas; os poloneses, a mazurca, os portugueses, o fado, os escoceses, suas gaitas de fole, os suíços e montanheses do Tirol, a tirolesa. Outros povos cultivam a salsa, o merengue, o pop, o bolero, o flamenco, a polca. Cantores famosos, bandas, orquestras, música clássica. Atualmente, a escala de voz de Dimash Kudaibergen, um cazaquistanês, é de seis tons e nove semitons e vai do barítono ao soprano, sem dificuldade. Além de cantar em nove idiomas, é compositor e multi-instrumentista. Leia mais »

 
Print Friendly, PDF & Email

Gherald George
Designer Gráfico
***

Diferentemente de alguns anos atrás, hoje em dia é muito importante que uma marca se posicione e dê sua opinião sobre determinados assuntos.  E isso não vale apenas para temas que surgiram recentemente, também é sobre assuntos “tabus”, que sempre existiram, mas muitos preferem fingir que não existem, como o racismo.

Esses posicionamentos não precisam ser tão explícitos quando se trata de assuntos que costumam gerar polêmica. Uma marca pode fazer isso de forma sutil, como, por exemplo, utilizando o design.

Leia mais »

 
Print Friendly, PDF & Email

Paulo VadasPaulo Vadas
Editor educacional do jornal online Brazil Monitor
Professor, palestrante, escritor e consultor em educação para instituições de ensino superior no Brasil e nos EUA
***

Porque, mesmo as escolas não acomodadas, mas que se sentem incomodadas com seus métodos relativamente obsoletos, não conseguem implementar projetos inovadores sem que tenham que combater resistências internas (coordenadores e professores) e externas (alunos, pais de alunos, sociedade em geral)? Porque é tão difícil promover mudanças no sistema escolar?  Porque a escola vem sempre a reboque das novidades, ao invés de liderá-las?

O ser humano, por natureza altamente condicionável, desenvolve hábitos, rotinas, e incorpora ideologias e atitudes que permeiam sua vida e que se tornam comportamentos normais do seu dia a dia. A previsibilidade é fator importante para que a pessoa se sinta segura. Mudar trás riscos e imprevisibilidade e, portanto, insegurança. Quanto mais sedimentada a rotina, mais difícil mudar. Como diz o ditado: cachorro velho não aprende truque novo. Se mudar uma pessoa já é difícil, imagina mudar a rotina de toda uma instituição burocratizada, tradicional e legalmente balizada como é a escola.

Leia mais »

 
Números do Ensino Superior
Categorias
Autores
Arquivos
Visitantes
wordpress analytics