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Júlio César de Castro Ferreira
Psicoterapeuta, coach, psicanalista, psicopedagogo, especialista em Programação Neurolinguística com mais de 17 anos de atuação na área educacional
Fundador e diretor da Woke Mind
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Nos últimos anos, o tema “competências socioemocionais” tem sido bastante explorado, especialmente dentro do segmento educacional brasileiro, por estar inserido nas 10 novas competências gerais propostas pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

O que são exatamente competências socioemocionais e porque ganharam tanta relevância?

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Oscar Hipólito
VP Acadêmico da Laureate Brasil
Murilo Garcia Santos
IT Trainee- Laureate Brasil
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A taxa de evasão na educação superior brasileira, um dos problemas persistentes nas instituições de ensino, continua registrando média anual acima dos 25%. A questão é que esse contingente representa cada vez mais uma quantidade maior de estudantes fora do sistema, causando prejuízos de diferentes montas. Enquanto em 2011 eram 1.012.182 estudantes evadidos, no ano de 2017 a taxa de evasão correspondia a 1.818.838 alunos, um aumento de 80% em apenas 6 anos. Isso significa que, em média, perde-se a cada 4 anos um volume de alunos correspondente ao total de matriculados de cada instituição de ensino superior.

Segundo o último Censo do Ensino Superior publicado no final de 2017 pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) é possível apontar que 26,4% dos alunos evadiram do sistema por desistência, abandono ou trancamento de matrícula. A taxa média de evasão anual dos alunos que cursam graduação presencial, 22,1% além de permanecer praticamente inalterada ao longo dos anos, mostrou-se bem inferior à taxa dos estudantes que cursam ensino a distância, que atingiu a marca de 45,9%.  Utiliza-se como cálculo básico do percentual de alunos evadidos a comparação entre o número de alunos que estavam matriculados em um determinado ano, subtraídos os concluintes, com a quantidade de alunos matriculados no ano seguinte, subtraindo-se deste último o total dos ingressantes desse ano. Assim, mede-se a perda de alunos de um ano para outro: a evasão anual. (Silva Filho, R.L.L et al. A evasão no ensino superior brasileiro. Cadernos de Pesquisa, v.37, n. 132, p.641-659, 2007)

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Janguiê Diniz
Vice-presidente da ABMES
Mestre e Doutor em Direito

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
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Recentemente, casos assombrosos de alunos desrespeitando professores em sala de aula chamaram atenção na mídia. A afronta e a violência dos atos deixou muitas pessoas indignadas. Apesar de os casos noticiados terem ocorrido em escolas públicas, e isso ser usado como argumento para condenação dos adolescentes, fato é que essas ocorrências também são registradas na rede particular. Pior: muitos pais culpam a própria escola por “não ter dado a educação necessária” ao adolescente. Como se esse fosse o papel do centro de ensino.

Uma coisa deve ficar muito clara: a escola informa, forma, educa, mas quem cria é a família. Assim sendo, deve vir de casa a boa educação, as boas maneiras. Noções como respeito e cordialidade não deveriam ter que ser ensinadas nos colégios, mas apenas reforçadas e incentivadas. Acontece que, em uma realidade com pais cada vez mais ausentes (seja por excesso de trabalho, seja por irresponsabilidade), essa parte da formação do caráter acaba relegada ao sistema de ensino, o que é um grande erro.

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