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Gabriel Mario Rodrigues2

Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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“A inteligência artificial saiu do laboratório (e dos estúdios de cinema) e está em seu prédio. Em sua casa. Em seu escritório. Está permeando todas as instituições que orientam nossa economia global. Desde o Alexa até o Nest, a Siri, a Uber e o Waze, estamos cercados por máquinas inteligentes – executadas em plataformas de software –, que possuem uma capacidade incrível e que aprendem sozinhas. E isso é apenas o começo.” (Malcolm Frank, Paul Roehrig e Ben Pring)

Na década de 1970, assisti à peça teatral “Quando as Máquinas param”, do contravertido autor Plínio Marques de Barros (1935-1999). A história de grande repercussão que segue com reapresentações até os tempos atuais é sobre um jovem casal, Nina e José, moradores da periferia paulistana, que viviam os arroubos amorosos da juventude, com planos de ter filhos, carro e morar em condomínio. Porém, diferente do planejado, a felicidade desaba quando Zé é demitido e vai para o olho da rua. Mesmo depois, por mais que procurasse, não encontrava emprego, e, com as discussões diárias com Nina, o amor desaparece. Nessa situação de penúria, José revela um lado que a companheira não conhecia, o de desajustado para a vida e sem ânimo para nada. Seu consolo é a bebida.

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Celso Niskier
Diretor presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES)
Reitor do Centro Universitário UniCarioca
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Incentivar a pesquisa é fundamental para o desenvolvimento do Brasil e o setor particular de educação superior tem uma importante contribuição a dar nesse sentido. Contrariando o senso comum de que apenas as instituições públicas fazem pesquisa, dados da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) indicam que quase 20% dos programas de pós-graduação stricto sensu do país estão instalados nas instituições privadas.

Esse e outros números foram apresentados pela diretora de avaliação da Capes, Sônia Nair Báo, durante o seminário de julho da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES). O evento teve como objetivos discutir a política de pós-graduação stricto sensu nas modalidades presencial e a distância; tratar do sistema de avaliação da Coordenação; e ainda jogar luz sobre a importância da representação do setor de educação superior particular na formulação, no acompanhamento e na avaliação do Plano Nacional de Pós-Graduação (PNPG).

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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O uso correto da vírgula [,] é difícil; já o do ponto e vírgula [;] …

Luiz Fernando Veríssimo declarou que jamais havia usado um ponto e vírgula e que esse nunca lhe fizera falta. Usá-lo é um sinal, além de pontuação, de refinamento, encantamento, glamour. Lê-se, em Mário Quintana: “Que moça culta a Maria Eduarda: ela usa ponto e vírgula”. Na verdade, é chique usar ponto e vírgula, mas, para empregá-lo corretamente, só mesmo revisitando Machado de Assis.

Costuma-se definir ponto e vírgula como sinal de pontuação que indica uma pausa mais forte que a da vírgula e menos forte que a do ponto final. Seria o mesmo que dizer, em termos musicais, que a pausa de semínima dura o dobro da de colcheia, bem como a metade da mínima. Se for possível estabelecer uma relação da pausa musical com a da entonação, a pausa de colcheia corresponderia à vírgula, a pausa de semínima ao ponto e vírgula e, finalmente, a pausa de mínima ao ponto final. Com efeito, em música, pausa é cada um dos sinais gráficos que indicam o valor, isto é, a duração dos silêncios de um trecho musical e aos quais correspondem as notas.

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