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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Todo artista tem de ir até onde o povo está, canta Milton Nascimento. Se foi assim, assim será. Foi nas esquinas da vida que o teatro começou: malabarismos, pernas de pau, acrobacias, presença de palhaços. À semelhança do profissional de futebol, o artista interage, vê, sente, expõe-se ao vexame ou à fama. Dos píncaros ao ostracismo. Da glória ao esquecimento. Vem de Shakespeare a Brecht. Os clássicos, justamente por serem considerados clássicos, não envelhecem. O artista, um fingidor, não se envergonha de, interpretando, vender o seu peixe. Frequentemente, sem constrangimento, vai ao fundo do baú de suas vivências e faz de conta que é outra pessoa. Os contos de fadas bem como as tragédias têm sua vertente psicanalítica. Era uma vez…

O tempo passa. Mais: o tempo voa… e eles, os clássicos, continuam com lugar reservado na arquitetura, na pintura, na escultura, na literatura, na música. Independentemente do estilo, ou porque criaram um estilo ou porque, sem se prenderem a um determinado estilo, foram ecléticos, no bom sentido. Romeu e Julieta ainda continuam símbolo imortal do amor eterno.

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Bruno Coimbra
Advogado especializado em educação
Assessor Jurídico da ABMES

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É quase um mantra nos ambientes de discussão da regulação da educação superior o uníssono reclame de que a legislação educacional brasileira e os diversos processos de regulação e avaliação da qualidade das instituições e da oferta dos cursos são marcados pelo excesso de regulamentação.

O conhecido custo de conformidade, que, por exemplo, historicamente é discutido em relação ao imbricado sistema tributário brasileiro, não é menor no âmbito da educação superior brasileira. Basta dizer que diversos momentos regulatórios têm no seu bojo inclusive questões tributárias intrínsecas, para além da imposição legal de sustentabilidade financeira. Ou seja, além das especificidades que marcam a existência de toda pessoa jurídica, no caso da educação superior, há ainda todo um mundo regulatório especificamente educacional.

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Ronaldo Mota
Diretor Científico da Digital Pages e membro da Academia Brasileira de Educação
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Vivemos atualmente no Brasil o risco efetivo de uma fuga em massa de cérebros, o que significaria cristalizar de vez nossa dificuldade extrema de competirmos, em termos de produtos e serviços, em escala global. Sem ciência, sem inovação e sem capacidade tecnológica instalada, estaríamos decretando nosso destino de sermos um país, na melhor das hipóteses, exportador de materiais primas e de alimentos sem valor agregado. Assim, em um mundo impregnado pelos avanços das tecnologias digitais e suas consequências na vida cotidiana, ocuparíamos, enquanto nação, o espaço de meros passivos e acríticos consumidores.  

Este êxodo em curso acelerado é fruto da queda nos investimentos em pesquisa, tanto pura como aplicada, e em inovação, seja ela tecnológica ou não. Na verdade, os dados apontam que as verbas destinadas às agências de fomento à pesquisa e à inovação têm caído nos últimos anos, mas,neste ano, a situação se agravou mais ainda. Em 2019, configura-se um contingenciamento de 30% no Ministério da Educação (MEC) e de 42% na pasta de Ciência e Tecnologia (MCTIC).

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