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Gabriel Mario Rodrigues2

Gabriel Mario Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração da ABMES
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“O magistério é uma carreira pouco atrativa (…). O primeiro ponto é que é uma carreira mal paga, estressante e de baixo prestígio social. Aqui começa o desafio. O segundo ponto diz respeito ao domínio técnico da área. (…) A última questão é como reestruturar a concepção da escola para um mundo novo, líquido, com jovens que não podem mais ser inseridos em uma estrutura antiga de transmissão de conhecimento. O drama? Nós, professores, eu inclusive, não sabemos como reagir diante do desafio atual.” (Leandro Karnal)

Terça feira passada (8/10) estava eu voltando de Brasília e sentou-se ao meu lado um casal com um menino de não mais de um ano de idade, ele se revezava na viagem abraçado aos pais. Ao ameaçar chorar, o pai retirava-o da mãe e com o filho no colo, compartilhava desenhos de seu iphone e brincavam alegremente. O que nos fez pensar, com todos os avanços da tecnologia e inteligência artificial, como se desenvolverá a universidade nos próximos vinte anos.

Coincidentemente, dois dias após o ocorrido o jornal Valor Econômico publicou excelente reportagem da jornalista Stela Campos sobre a Conferência EnlightED. Organizado pela Universidade IE e pelas Fundações Telefônica e Santillhana, que teve como tema “Reinventando a educação em um mundo digital”.

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Celso Niskier
Diretor presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES)
Reitor do Centro Universitário UniCarioca
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A porta abre e o professor entra resoluto na sala de aula. Todos os alunos se levantam, e, de pé, saúdam formalmente o mestre, que agradece com um leve aceno de cabeça, pedindo que se sentem, para que possam então começar a magistral aula.

Mais do que uma cena de filme antigo, esse modelo de professor austero e autoritário faz parte de um passado da nossa educação, tempos em que o mestre era a única autoridade e fonte confiável de conhecimentos. Muito diferente dos tempos atuais, com fontes de conhecimento tão variadas, em que muitos mestres abandonam a profissão, pressionados pela violência em sala de aula e por regimes de trabalho estafantes.

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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D’A Chave de Sarah

Crianças de férias. Crianças indo a piquenique, brincando de esconde-esconde. Crianças felizes, mesmo que houvesse uma guerra e menos comida para comer do que o habitual, e mesmo que seus pais houvessem ido embora para lutar. Crianças felizes, amadas, tratadas com carinho. Sarah, judia, não podia imaginar tanta diferença entre ela, prisioneira da polícia francesa, ela e seus pais, por ordem dos nazistas, e aquelas crianças. Horrores do holocausto.

Da Rosa de Hiroshima

Pensem nas crianças, mudas, telepáticas, pensem nas meninas, cegas, inexatas, Mas oh! Não se esqueçam da rosa, da rosa, da rosa de Hiroshima.

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