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Valmor BolanValmor Bolan
Professor da Unisa e ex-Reitor

Doutor em Sociologia e especialista em Gestão Universitária pela Organização Universitária Interamericana (OUI), sediada em Montreal, Canadá
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Transcorre no Congresso Nacional a CPMI das fake news, não apenas para investigar a disseminação de falsas notícias e informações durante as eleições presidenciais de 2018, que poderiam ter favorecido esse ou aquele candidato, mas também nos dias de hoje, ao longo do ano, quando as práticas de notícias falsas continuam nas redes sociais, com suspeita de haver inclusive milícias digitais, para intensificar a influência de narrativas espalhadas pela internet.

O fato é que, no espectro político brasileiro, vimos proliferar nos últimos anos, principalmente nas redes sociais, uma enxurrada de notícias, memes, matérias, etc., muitas delas bastante sensacionalistas, com o intuito de destruir e assassinar reputações. Por isso, a CPMI se faz necessária, apesar da choradeira de muitos, alegando se tratar de estratégia para controlar os influenciadores digitais, cerceando-os na sua liberdade de expressão.

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André “Bode” Marcos
Especialista em História do Brasil e Gestão Escolar, é professor do Colégio Positivo, em Curitiba (PR)
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Vivemos uma enxurrada de notícias e informações que, em alguns casos, são mentiras ou fake news, como se diz modernamente. Com a popularização das redes sociais e dos aplicativos de troca de informações via celular cada vez mais utilizados, a possibilidade de informações falsas e mentirosas cresce exponencialmente. Eleições são vencidas ou perdidas, carreiras artísticas e esportivas são comprometidas e até profissionais experientes do meio jornalístico e intelectual são alvos nessa rede. Mas se você pensa que essas situações são frutos da internet e da modernidade, engana-se. Historicamente, algumas fake news geraram extrema confusão para as pessoas das mais variadas épocas e sociedade.

Um exemplo aconteceu em 1981, na cidade do Rio de Janeiro. No dia 1º de maio, haveria um grande show em comemoração ao Dia do Trabalho no espaço conhecido como Riocentro. O clima era de muita alegria, pois se encaminhava o processo de abertura política e retorno da democracia após quase 20 anos de ditadura militar. Vários artistas confirmaram presença, como Gonzaguinha, Chico Buarque, entre outros.

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Rita Schane

Especialista em pareceres pedagógicos do Sistema de Ensino Aprende Brasil
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“Você não é todo mundo”. O velho bordão de mães e pais pode parecer apenas uma resposta negativa padrão para pedidos dos pequenos, mas diz muito sobre como precisamos olhar para nossas crianças. A questão da alfabetização no Brasil é um exemplo. O Plano Nacional de Educação (PNE) diz que a criança pode ser alfabetizada até o terceiro ano do Ensino Fundamental, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) até o segundo ano e, recentemente, o Pacto Nacional pela Alfabetização ressalta que esse processo deve ocorrer, preferencialmente, no primeiro ano do Ensino Fundamental.

Como resultado desse desencontro e de outras questões referentes à alfabetização, temos os resultados mais recentes da Avaliação Nacional da Alfabetização (ANA), em que encontramos uma taxa de 54% dos alunos concluintes do 3º ano com desempenho insuficiente no exame de proficiência em leitura. Isso nos leva a crer que os professores estão desamparados e necessitando de auxílio, sem saber o que mais pode ser feito, diante da cobrança de toda a comunidade, para que os alunos sejam alfabetizados o mais rápido possível.

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