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Valmor BolanValmor Bolan
Professor da Unisa e ex-Reitor

Doutor em Sociologia e especialista em Gestão Universitária pela Organização Universitária Interamericana (OUI), sediada em Montreal, Canadá
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O século 21 começou com grandes desafios, devido às mudanças que estamos vivendo, propiciadas pelos avanços tecnológicos. A questão é saber como ficarão os educadores diante desse novo contexto, ainda muito novo para todos.

Em breve, os computadores como conhecemos serão substituídos por computadores quânticos, com uma velocidade muito maior, pois os seus processadores (qubits) operam cálculos para além da sequência binária, baseado no sistema de numeração natural. Os qubits são unidades de informação quântica, e trazem um novo paradigma operacional, com muito mais poder de cálculo, pois superam o sistema binário, podendo calcular com valores superpostos, em vários níveis, com isso quebrará também a atual proteção criptográfica da internet, deixando o sistema on line muito mais vulnerável. Tudo isso trará novidades enormes no campo da inteligência artificial, e certamente os estudos e atividades no campo da ciência da computação serão mais prestigiados.

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Ronaldo Mota
Diretor Científico da Digital Pages e membro da Academia Brasileira de Educação
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Humanos são humanos e máquinas são máquinas. Mesmo assim, a história humana pode ser contada a partir do uso de diversas ferramentas, as quais foram, no decorrer do tempo, se incorporando ao cotidiano, interferindo diretamente na evolução da espécie.

As múltiplas maneiras com que os humanos têm feito uso de diversos utensílios, ao longo de sua evolução, talvez seja a principal característica que nos distinga das demais espécies. A habilidade no uso de varetas e pedras remonta há milhões de anos entre os nossos mais distantes ancestrais, mas há um longo e peculiar caminho até os dias atuais, quando é possível, por exemplo, implantarmos chips em nossos corpos. Leia mais »

 
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Janguiê Diniz
Vice-presidente da ABMES
Mestre e Doutor em Direito

Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional
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Que o sistema prisional e socioeducativo brasileiro está longe de ser bom, disso ninguém duvida. Nossa realidade é de prisões mal-cuidadas, com superlotação e sem nenhuma estrutura que possibilite a real ressocialização do detento ou o desenvolvimento de ações socioeducativas com os adolescentes apreendidos. Como resultado, temos apenas “depósitos de gente” que, em vez de cumprir o papel que lhes era devido, acabam por atuar totalmente na contramão.

Segundo o World Prison Brief (WPB), o Brasil tem a terceira maior população carcerária em número absoluto do mundo, com 714 mil detentos (dados de 2019), atrás apenas de China e Estados Unidos. Claro que somos um país gigante e, como tal, é esperado que se tenha mais presos, mas, ao mesmo tempo, essa população só faz aumentar e não se vê esforços do poder público para agir em contrário. Pensa-se em endurecer as leis, aumentar as penas, até em construir mais presídios, mas não se pensa no que fazer com os indivíduos enquanto estão privados de liberdade. Jogados nas prisões desaparelhadas, eles não têm a oportunidade de mudar de vida e saírem de lá pessoas melhores e de fato arrependidas de seus erros. Como é comum se dizer, prisões no Brasil são “escolas de crime”, que só marginalizam ainda mais seus ocupantes.

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