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Mauricio Henrique Beccker1
Juliana Olinda Martins Pequeno2
Júlio Cesar de Sousa Mrad³
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A discussão sobre a garantia do aprendizado significativo tornou-se latente nos últimos anos, impulsionada especialmente pela célere evolução das tecnologias digitais. Tal evolução tem impactado fortemente no mercado de trabalho, resultando na exigência de profissionais cada vez mais preparados para ambientes em que habilidades técnicas podem facilmente ser automatizadas e que deixam de ser o requisito principal para a inserção de profissionais no ambiente de labor.

Neste novo cenário, a importância do desenvolvimento de ambientes capazes de propiciar aprendizagem significativa, estimulante, agradável e eficiente do ponto de vista da construção de novos saberes, da apropriação de teorias e do desenvolvimento de práticas aos mais variados estilos de aprendizagem, torna-se imperativo às instituições de educação superior.

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Ronaldo Mota
Diretor Científico da Digital Pages e membro da Academia Brasileira de Educação
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Não há uma definição simples para metacognição. O prefixo grego “meta” induz que metacognição deva ir além da cognição ou tratar-se de reflexão sobre ela. Cognição, por sua vez, está associada, de maneira simplificada, ao processo de aquisição de conhecimento, baseado em um conjunto de habilidades mentais, entre elas, a memória.

Talvez pelo aspecto transcendente à cognição, muitos assumam que metacognição é coisa exclusivamente de adulto, gente madura e preparada. Porém, a máxima relevância educacional da metacognição é, surpreendentemente, para crianças e jovens.

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Lioudmila Batourina
Consultora de parceria internacional da ABMES
lioudmila@abmes.org.br

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Relatório publicado em janeiro de 2019 pelo banco de investimentos JP Morgan analisou o setor particular de educação no Brasil e desenhou um quadro com os itens que são levados em consideração pelos alunos na hora de escolher uma instituição de educação superior (IES) para estudar. Além dos motivos patrimoniais bastante compreensíveis como localização, transporte e taxa de matrícula, o primeiro e o terceiro motivo são: “Qualidade” (39%) e “Outros” (11%). Juntas, essas razões totalizam 50% e dizem respeito a “reputação” da instituição.

No Brasil, o atributo “reputação” é construído pela soma das notas do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) aos impactos comunicativos, onde muitas vezes o que falam sobre sua qualidade é mais importante do que a sua real qualidade. A reputação representa a excelência percebida da instituição, fator que orienta a decisão dos futuros alunos a se matricularem.

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