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Lidyane Lima
Jornalista, gerente de Projetos da ABMES
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Nasci no mesmo ano em que a Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES) foi fundada – 1982. Posso dizer que nossos destinos foram traçados na “maternidade”. Mas foi em maio de 2010 que finalmente nos encontramos e passamos a fazer parte dos caminhos uma da outra. Quase um quarto da minha vida é de ABMES. E quase um quarto da história da ABMES tem a minha contribuição.

Essa trajetória de dez anos me trouxe muitos aprendizados e me permitiu atuar em um propósito com o qual me identifico: educação como prioridade para o desenvolvimento do país e a evolução da sociedade. De lá para cá, foram muitas mudanças, internas e externas. O mundo mudou, o Brasil mudou, a educação mudou, a ABMES mudou, eu mudei.

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Karla Ikeda
Publicitária, especialista em branding e marketing de serviços, responsável pela gestão de comunicação da Osas e Grupo Emepar e autora publicada com livro de gerenciamento de carreiras artísticas
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Com criatividade e investimento assertivo escolas digitais podem ir além de aulas online e acervos acadêmicos digitais

 Nunca se viu no mundo a quantidade de aulas online que vemos hoje. Da educação infantil aos cursos de mestrado e doutorado, todos tiveram que se adaptar. Escolas e estudantes, mesmo os que antes eram avessos aos estudos na frente da tela de um computador, precisaram se render e a verdade é muitos foram conquistados pela ideia de aprender e ensinar em canais digitais.

Disciplina para estudar em casa nem sempre é fácil, mas a situação de isolamento nos ensinou a preparar espaços tranquilos para trabalho e estudo e as aulas foram um escape perfeito e pertinente para quando até mesmo os seriados e as lives de artistas já tinham nos cansado.

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Júlio César de Castro Ferreira
Psicoterapeuta, coach, psicopedagogo e educador
Fundador e diretor da Woke Mind
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A primeira parte deste artigo (caso não tenha lido, clique aqui) terminou com uma pergunta: a “inteligência emocional” (Dr. Daniel Colleman), modelo socioemocional mundialmente conhecido e reconhecido, pode ajudar quem passa por desconfortos emocionais durante o isolamento?

A resposta certamente é sim. Perceba que estamos falando sobre emoções básicas, como raiva, tristeza e medo, além de estados emocionais comuns, como ansiedade, mal humor, impaciência, solidão e agressividade. Ou seja, uma inteligência emocional bem desenvolvida consegue gerenciar com menor dificuldade essas emoções e estados emocionais, aplicando diversas ações positivas como se fossem antídotos. Estamos falando de soft skills como paciência, resiliência, compaixão, confiança, abstração, aceitação, gratidão e automotivação, que são competências desenvolvíveis com a devida dedicação e esforço.

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