Celso Niskier
Diretor presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES)
Reitor do Centro Universitário UniCarioca
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No atual cenário da Covid-19, vivemos várias pandemias. Especialmente em um país nas dimensões do Brasil, cada região apresenta uma realidade e suas particularidades. Aos poucos, governos locais e representantes do setor de Educação se reúnem para definir protocolos e diretrizes para o retorno das aulas presenciais. O foco das soluções deve ser a segurança sanitária e a saúde de alunos, professores e demais profissionais.

A Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES) fez um trabalho de sensibilização no Ministério da Educação (MEC) que resultou na edição da Portaria nº 544, publicada no Diário Oficial da União em 17 de junho. A norma permite que as aulas remotas sigam até o final do ano, medida que deu mais segurança para que as instituições de ensino superior (IES) façam a programação da volta de acordo com a situação local e as necessidades particulares.

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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Uma das primeiras frases que eu decorei, em inglês britânico, foi esta: “Lent books never return” (Borrowed books never come back). Livros emprestados nunca voltam. Lembrando essa frase, associo-a a dois versos da canção: “A lição sabemos de cor / Só nos resta aprender”. Como sói acontecer. Decoramos, mas não de cor (“by heart”). Aprendemos… mas não apreendemos.

Então, era uma vez… Aliás, não foi uma, não foram duas nem três vezes. Por isso tinha lá o seu serrote o habilidoso carpinteiro. Ou marceneiro, se assim preferir a categoria. Um dia, um cidadão foi até a marcenaria a pedir o serrote emprestado. O carpinteiro, pois bem podia ter sido o carpinteiro José (S. José?) disse: – Olá! Em que posso servi-lo? – Meu senhor, seu serrote. Me empresta? –  Está ali dependurado no painel de ferramentas. Vou pegá-lo. O provável tomador de empréstimo olhou para o painel e, surpreso, viu que cada ferramenta portava o nome: Vaivém. Curioso, perguntou: – Por que esse nome, Vaivém? Respondeu o carpinteiro, destravando a língua e decodificando o nome. Vaivém é nome comum a todas as minhas ferramentas. Assim, se um Vaivém vai e vem, Vaivém vai; mas se o Vaivém vai e não vem, Vaivém não vai…

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Valmor BolanValmor Bolan
Professor da Unisa e ex-reitor e dirigente do Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras

Doutor em Sociologia e especialista em Gestão Universitária pela Organização Universitária Interamericana (OUI), sediada em Montreal, Canadá
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Ainda incerto quando cessará o período de quarentena, em decorrência da pandemia do novo coronavírus, muito tem se especulado sobre como será o dia-a-dia após esse período de isolamento social. Muitos se queixam quanto às medidas tomadas, se realmente deveriam ter sido tão drásticas, principalmente quanto ao fechamento do comércio, que acarretou enormes perdas financeiras, com falências de pequenas e médias empresas e desemprego. Além disso, as escolas permaneceram fechadas (devendo reabrir, parcialmente, provavelmente em setembro), também as igrejas e tantos outros espaços de sociabilidade humana.

A pandemia causou um transtorno sem precedentes na História, desde a Segunda Guerra Mundial, com consequências ainda bastante imprevisíveis quanto aos efeitos das medidas tomadas para evitar o contágio entre as pessoas (daí o uso massivo das máscaras) e a proliferação do novo coronavírus.

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