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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Não sou dado a polemizar. Nesse sentido, prefiro dar um boi para não entrar em briga e uma boiada para sair. Sou partidário do pior acordo à melhor demanda. Um traço de personalidade? Sei lá se eu sei! Pode ser. Aliás, pelo que me consta, até a etimologia de polêmica, do grego, tem a ver com “arte da guerra”. Em qualquer situação tenho comigo que o viés polêmico é um terreno propenso ao unilateralismo, a radicalizações, a simplificações grosseiras; às vias de fato, em alguns casos de discussão mais acirrada. E isso acontece no campo filosófico, político, financeiro, educacional, religioso, bíblico, futebolístico, enfim em toda área que comporte igualmente um viés ideológico ou de interesse próprio.

Distingo polêmica de diálogo. Mesmo porque ninguém é dono da verdade. Se se trata de opinião, opinião é opinião. Esse estado da mente difere da certeza, do tipo: o fogo queima. Se dúvida, bota a mão no fogo. Não conheço ninguém que não precise consultar o Dr. Google, mesmo assim tendo que fazer uma consulta seletiva no tocante à imparcialidade das fontes, pois nem sempre confiáveis. Um intelectual polemizava com um matuto. Lá pelas tantas, considerando o interlocutor de cabeça dura, disse: Cara, quem é você para discutir comigo? Eu estudei em três grandes universidades. O matuto, depois de coçar a barba e soltar uma baforada, retruca “ad hominem”: Me desculpe, sinhô dotô, mas nois aqui, na roça, também tem um burro que mamou em treis égua e nunca deixou de ser burro mode essa situação…

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Cibele Schuelter
Consultora da Hoper Educação
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A compra em caixas automáticos de supermercados está se popularizando e expandindo das grandes redes para o mercadinho da esquina. Há menos de três anos vimos pela primeira vez o projeto da Amazon para o supermercado do futuro, sem caixas, sem filas e sem funcionários. Neste modelo, a Amazon usa câmeras e sensores para detectar os movimentos dos compradores e entender o que eles retiram das prateleiras. Quando o cliente sai da loja, a empresa cobra os produtos do cartão de crédito que esteja registrado em sua conta da Amazon. Isto ocorre sem que haja absolutamente nenhuma interação humana. E antes que se pense que isso pode demorar para chegar no Brasil, é bom saber que em 2018 inaugurou em Vitória no Espírito Santo, e já com filial em São Paulo, a primeira loja autônoma brasileira, ou seja sem a presença de colaboradores. Mas não é só nos supermercados que a automação está se multiplicando. Em alguns hotéis e locadoras de veículos, lá fora e aqui, também por meio de uma máquina conseguimos fazer o check in ou locar o veículo sem passar por nenhum humano. Esta facilidade não para por aí: podemos fazer o check in para um voo sem ir ao aeroporto, nem passar pelo atendente de balcão. E o atendimento bancário não está diferente: é possível fazer muitas operações ao toque do dedo no celular.

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Gustavo Hoffmann
D
iretor do Grupo A Educação
Foi diretor de Inovação e Internacionalização do Grupo Anima Educação e diretor Acadêmico e de EAD do Grupo Alis Educacional e diretor acadêmico, diretor de Pós-graduação, diretor de EAD e diretor de Negócios da Kroton Educacional
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No último artigo que escrevi exclusivamente para a ABMES (leia aqui), explorei a importância da sinergia entre cursos na eficiência operacional de uma instituição de educação superior (IES). Nesta edição, abordarei os demais elementos que garantem esta eficiência, trazendo também alguns aspectos de inovação.

Além da sinergia entre as matrizes, se a IES permitir a modularização das entradas de alunos, os calouros ingressarão em turmas que já estejam em andamento, aumentando ainda mais a quantidade média de alunos por turma, reduzindo o custo da folha de pagamento docente e, consequentemente, o comprometimento da receita líquida pela folha de pagamento. Boa parte das instituições brasileiras já lançam mão desse recurso, mas ainda há algumas que não recebem alunos em alguns cursos no meio do ano pela inviabilidade econômica dessas turmas. Isso é coisa do passado. Hoje, é fundamental a construção de matrizes curriculares inteligentes que admitam esta entrada atemporal.

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