Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
***

Refiro-me àquele que abre covas para enterrar os mortos. Que é aquele que põe uma última pá de cal sobre as nossas vaidades e pretensões; aquele que contribui para a queda de uma instituição, por exemplo, coveiro da monarquia; aquele que desafia, depois de mortos, imperadores e poderosos. O prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, não quer ser “o prefeito coveiro”.

Estão fechadas ao público, em tempos de coronavírus, as capelas ou câmaras-ardentes, onde se realiza um velório ou onde se deixa o falecido até a hora do enterro. O nome tem a ver com as velas acesas. Esse assunto é lúgubre, como lúgubre é o confinamento que estamos vivendo e as mortes que estão ocorrendo. Lúgubre, mas real. Nem o mar nem a maré estão pra peixe.

Leia mais »

 

Simone Silva
Publicitária e Consultora de Relacionamento da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES)
***

Há mais de dois meses temos enfrentado o desafio de reinventar nossas rotinas e de descobrir novas formas de manter, na medida do possível, nossas atividades profissionais e pessoais. Em tempos de distanciamento social, também temos buscado alternativas que minimizem a falta de contato físico com outras pessoas, em especial aquelas que integram nossas diversas redes de relacionamento.

A tecnologia tem sido grande aliada nesse processo, é verdade. Ainda que não substituam um bom abraço apertado, recursos como chamadas de vídeo têm garantido que pais e filhos, netos e avós e grupos de amigos compartilhem suas alegrias, conquistas, dificuldades e (por que não?) “matem” um pouco da saudade.

Leia mais »

 

Vera Cabral
Diretora de Educação da Microsoft Brasil
***

Há poucos meses, seria impossível imaginar o que estamos vivenciando nos dias de hoje, com a pandemia do COVID-19. Em pleno século 21, com todo o desenvolvimento tecnológico, vivenciamos o medo, a incerteza e a comoção, em função de um vírus, microscópico, que levou a humanidade uma posição a defensiva, impondo o distanciamento social como forma de minimizar os danos causados pela doença.

Apesar de não ter sido suficiente para evitar o que vivemos hoje, o desenvolvimento científico e tecnológico tem aberto diversas possibilidades, seja no campo das pesquisas para a cura e prevenção da doença, seja na reorganização do trabalho e das formas como interagimos com outras pessoas.

Leia mais »

 
Números do Ensino Superior
Categorias
Autores
Arquivos
Visitantes
wordpress analytics